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Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro, se enfeita para acompanhar a Copa Ao longo da rua e nos acessos à comunidade moradores com camisas verde-amarelas aproveitam televisões posicionadas nos bares para também torcer para o Brasil

Agência Brasil

Publicação: 17/06/2014 17:59 Atualização: 17/06/2014 18:09

Réplicas gigantes das taças Jules Rimet e Copa do Mundo Fifa foram colocadas na rua, assim como bandeiras do Brasil (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Réplicas gigantes das taças Jules Rimet e Copa do Mundo Fifa foram colocadas na rua, assim como bandeiras do Brasil

Tradicional comunidade da cidade do Rio de Janeiro, o Morro da Mangueira, uma das favelas próximas ao Estádio do Maracanã, se enfeitou para acompanhar a Copa do Mundo. Na Rua Sayão Lobato, um telão foi colocado para a transmissão do jogo Brasil x México. Réplicas gigantes das taças Jules Rimet e Copa do Mundo Fifa foram colocadas na rua, assim como bandeiras do Brasil.

Moradora da Mangueira desde que nasceu, há 43 anos, Adriana Oliveira da Silva sentou na escada de uma loja para acompanhar a partida da seleção, acompanhada de uma cerveja. “Sempre assisto jogo na rua. É uma forma da comunidade participar mais, ficar mais junta. É diferente de assistir sozinha em casa”, conta.

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Tradicional comunidade da cidade do Rio de Janeiro, o Morro da Mangueira, uma das favelas próximas ao Estádio do Maracanã, se enfeitou para acompanhar a Copa do Mundo (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Tradicional comunidade da cidade do Rio de Janeiro, o Morro da Mangueira, uma das favelas próximas ao Estádio do Maracanã, se enfeitou para acompanhar a Copa do Mundo


Ao longo da rua e nos acessos à comunidade moradores com camisas verde-amarelas aproveitam televisões posicionadas nos bares para também torcer para o Brasil. Até um grupo de dez policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) aproveitam o telão para acompanhar a seleção.

A poucos metros dali, parecendo não se intimidar com a presença de policiais, um jovem impede que a reportagem da Agência Brasil fotografe um bar, onde um grupo de homens se reúne. “A câmera tem que ficar virada para baixo”, ameaça o jovem.

O primeiro tempo da partida se encerra e os policiais, que acompanhavam o jogo, se retiram dali. Um menino cata tampinhas de garrafa do chão e pisa em um riacho de água suja que desce pelo meio-fio. “Não pisa na água”, grita a mãe, para evitar que o menino pise no esgoto a céu aberto, que corre pela rua pintada com as cores nacionais e o mascote da Copa, Fuleco.

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