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Corpos de vítimas da queda de viaduto na Pedro I, em BH, são enterrados Parentes e amigos uniram sentimentos de revolta e tristeza nas despedidas

Luana Cruz

Carolina Braga

Gustavo Werneck

Estado de Minas

Publicação: 04/07/2014 20:20 Atualização: 04/07/2014 20:26

A despedida a Hanna ocorreu no Cemitério Bosque da Esperança (D). O corpo de Charlys foi enterrado no Cemitério Campo da Saudade, em Lagoa Santa (E) (Edesio Ferreira e Cristina Horta/EM  DA Press)
A despedida a Hanna ocorreu no Cemitério Bosque da Esperança (D). O corpo de Charlys foi enterrado no Cemitério Campo da Saudade, em Lagoa Santa (E)


Os corpos das vítimas da queda de viaduto na Avenida Pedro I, em Belo Horizonte, foram enterrados no fim da tarde desta sexta-feira. Tanto a motorista do micro-ônibus Hanna Cristina, de 26 anos, quanto o condutor do Fia Uno Charlys Frederico Moreira do Nascimento foram homenageados por amigos e parentes sob forte comoção.

A despedida a Hanna ocorreu no Cemitério Bosque da Esperança, no Bairro Jaqueline, Região Norte de Belo Horizonte. Emocionados, parentes e amigos bateram palmas na chegada do corpo e no momento do enterro. O corpo foi encerrado por volta de 17h30.

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Indignado, o pai da motorista, José Antônio dos Santos, de 61 anos, diz que ainda sente a presença da filha. "No meu coração, a minha filha não morreu. Ela está viva. Nunca sairá do meu coração", comentou. Santos culpou as autoridades pelo acidente. Segundo ele, a correria para fazer a Copa do Mundo tirou a vida da sua filha. O homem diz que, pouco tempo antes do acidente, Hanna ligou para ele para pedir a benção, como fazia todos os dias. "Ela se foi. Nenhuma autoridade me ligou até o momento. Queremos Justiça". A filha de Hanna, de apenas 5 anos, também vítima do acidente deixou o hospital para se despedida da mãe.

O corpo de Charlys foi enterrado no Cemitério Campo da Saudade, em Lagoa Santa, na Grande BH, por volta de 17h40. Sob forte emoção, o pai da vítima disse que vai até as últimas conseqüências e não quer dinheiro, mas sim uma resposta do motivo pelo qual o filho morreu. Ele disse que está revoltado com a fala do prefeito Marcio Lacerda de que “acidentes acontecem” e vai contratar advogados para tomar providências. Amigos do grupo de Charlys, do grupo de cavalgada, marcaram presença e deram o adeus com homenagens.

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