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Defesa Civil diz que demolição de viaduto "não será feita às pressas" Local já foi liberado para demolição. Coordenador municipal de Defesa Civil, coronel Lucas, disse que o início da demolição hoje depende do cumprimento de todas as normas de segurança

Estado de Minas

Publicação: 05/07/2014 14:12 Atualização:

O coordenador municipal de Defesa Civil, coronel Lucas, disse no início da tarde deste sábado que não será “feita às pressas” a demolição do viaduto que desabou, na tarde da última quinta-feira (3/7), sobre a Avenida Pedro I, na Região de Venda Nova. “Tudo será feito dentro das normas de segurança”, destacou o coronel. O militar fez essa observação por causa da urgência na liberação do trânsito no local, em especial para a próxima terça-feira (8), dia do jogo entre o Brasil e Alemanha, no Mineirão. A avenida interditada em função do desabamento do elevado em construção tem obrigado motoristas a buscarem outros acessos ao estádio e região da Pampulha, causando congestionamento em outras vias da cidade.

Na manhã deste sábado, responsável pela coordenação da perícia que vai apontar as causas do desabamento, a Polícia Civil terminou o trabalho de levantamento das provas necessárias para o laudo pericial, liberando o local o início da demolição. De acordo com o coronel Lucas, depois de executadas todas as normas de segurança para esse tipo de operação, talvez sejá possível começar a demolir o viaduto ainda hoje.

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Lucas listou quais são os pré-requisitos principais a serem preenchidos antes de iniciar a demolição: escoramento da alça do viaduto que não desabou – na manhã deste sábado, operários estavam trabalhando com esse objetivo-, além da cobertura com tapumes do Residencial Antares, conjunto residencial ao lado do viaduto, e também nos imóveis do entorno do elevado.

Sem implosão

O coronel Lucas garantiu que não haverá implosão no local. De acordo com ele, o maquinário já disponível na Avenida Pedro I será usado para demolição em blocos. Em seguida, os pedaços viadutol serão levados para destruição longe do desabamento.

A expectativa do secretário municipal de Obras, José Lauro Terror, que concedeu entrevista na última sexta-feira ( 4), é a de que após ser iniciada, a demolição deve durar 24 horas. Todo o trabalho de demolição será feito de forma mecânica, sem o uso de qualquer tipo de explosivo. Serão usados apenas equipamentos como o rompedor hidráulico, trator com uma broca para perfurar rochas e concreto.
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