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Polícia Civil ainda realiza perícias em local onde desabou viaduto em BH A remoção do elevado que desabou no município deveria ter ocorrido na manhã de ontem, mas, a pedido do delegado responsável pela investigação, a operação não foi iniciada

Publicação: 07/07/2014 06:02 Atualização: 06/07/2014 22:36

A Construtora Cowan, responsável pela obra, terá de arcar com a remoção de moradores que precisarem sair da região próxima ao viaduto, na Pampulha (Cristina Horta/EM/D.A Press)
A Construtora Cowan, responsável pela obra, terá de arcar com a remoção de moradores que precisarem sair da região próxima ao viaduto, na Pampulha

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu ontem a demolição do Viaduto Batalha dos Guararapes, que desabou na última quinta-feira, em Belo Horizonte, deixando duas pessoas mortas e 23 feridas. A retirada do elevado estava prevista para ocorrer na manhã de ontem, mas a Justiça determinou à Defesa Civil que “o local dos fatos permaneça inalterado e a conservação do cenário se estabeleça”. A decisão de congelar a operação foi provocada por solicitação do próprio delegado responsável pelas investigações, Hugo e Silva.

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De acordo com o promotor de Justiça Marco Antônio Borges, a operação só será iniciada depois da autorização do delegado que coordena a investigação sobre as causas do acidente. Desde sábado, o coordenador municipal de Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, já dizia que a demolição “não seria feita às pressas” em respeito às normas de segurança. O militar fez essa observação por causa da urgência na liberação do trânsito no local, em especial para a próxima terça-feira, dia do jogo entre o Brasil e Alemanha, no Mineirão. Com a interdição da avenida onde ocorreu o desabamento, os motoristas precisam buscar acessos alternativos ao estádio e à região da Pampulha, o que tem causado congestionamentos em diversas vias da cidade.

Além de suspender a demolição do viaduto, o tribunal solicita o apoio da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil no trabalho investigativo da Polícia Civil. Também foi exigida a garantia de segurança dos moradores e comerciantes no entorno do viaduto. O tribunal determinou que a Construtora Cowan, responsável pela obra, arque com todas as despesas de moradores que precisarem deixar o local em razão do desabamento. Na área, há um prédio residencial com 132 apartamentos e cerca de 250 moradores. No sábado, eles denunciaram rachaduras e trincas nos imóveis.

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