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PMs envolvidos no caso Amarildo suspeitos de tortura a outras vítimas Ministério Público do Rio de Janeiro acusa dois policiais militares de torturar outras pessoas na Favela da Rocinha

Julia Chaib

Publicação: 18/08/2014 20:16 Atualização: 18/08/2014 20:23


O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) acusa dois PMs suspeitos de participar da morte do ajudante do pedreiro Amarildo de Souza de atuar em outros casos de tortura na favela.

A denúncia consta em ação civil pública movida pela 6ª Promotoria de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania da Capital, que pede a condenação por improbidade administrativa de 31 soldados. Eles são suspeitos de torturar nove moradores na Rocinha em 2013.

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Amarildo desapareceu em julho do ano passado, após ser levado até a UPP da Rocinha. Segundo o Ministério Público, ele foi executado e teve o corpo ocultado.

O Ministério Público pede que o estado do Rio de Janeiro indenize a família de Amarildo e outras oito vítimas de tortura no valor de R$ 50 mil, além de depositarem R$ 450 mil no fundo estadual dos interesses difusos coletivos, por danos morais.

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