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Ministério da Educação libera cursos de medicina em 39 municípios Ministério da Educação divulgou nesta quinta (4/9) autorizou a abertura de cursos de medicina em 39 municípios em coletiva de imprensa que também serviu para divulgar balanço e pesquisa positiva sobre Mais Médicos

Julia Chaib

Publicação: 04/09/2014 16:22 Atualização: 04/09/2014 16:46

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quinta-feira (4/9) a liberação da abertura de cursos de medicina em 39 cidades. As vagas autorizadas serão oferecidas em 11 estados: Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rondônia, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Paraná.

Inicialmente, 205 municípios participaram do edital divulgado pela pasta com os interessados em sediar os cursos, mas, de todos os 154 que enviaram a documentação requerida, somente 39 preencheram os requisitos. Esses municípios foram escolhidos de acordo com critério que analisa a estrutura necessária para ter as faculdades e a interiorização das escolas. Outros sete municípios foram selecionados, mas têm de fazer adequações em seis meses para ter as escolas.

A lógica faz parte de um dos pilares do Mais Médicos, que tem o objetivo de abrir 11,5 mil novas vagas de medicina até 2017. Desse total, já foram autorizadas 4.199 novas vagas, sendo 1.668 em 2013 e 2.531 neste ano. O próximo passo é definir quais são as universidades que abrirão os cursos, que podem ser privadas ou públicas. Nos 39 municípios, devem ser abertas pelo menos mais 2 mil vagas, segundo a pasta.

De acordo com o ministro da Educação, Henrique Paim, não há prazo definido para que as vagas sejam efetivamente ofertadas. Outro edital para seleção de novos municípios deve ser divulgado ainda neste mês. "Primeiro, definimos quais regiões devem receber os cursos e devem fazer um esforço para atender os critérios na questão da prática", disse Paim.

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Mais Médicos
Os dados das escolas de medicina foram divulgados em coletiva de imprensa nesta manhã, convocada para apresentar o balanço de um ano de Mais Médicos, junto com uma pesquisa que avalia positivamente o programa, uma das vitrines da campanha da candidata a reeleição à Presidência da República, Dilma Rousseff.

Com a presença de prefeitos no evento, o ministro da Saúde Arthur Chioro disse que a iniciativa está cumprindo o objetivo de humanizar e interiorizar o atendimento à população. "O Mais Médicos não é paliativo e muito menos tem prazo de validade", disse Chioro. A fala do ministro rebate uma afirmação feita na tevê pela adversária de Dilma nas eleições, Marina Silva (PSB), de que o programa seria "paliativo".

O balanço do prorgrama, que tem hoje 14.462 profissionais -- deles, 11.400 cubanos -- atuando em 3.785 municípios, foi acompanhado de dois vídeos mostrando pessoas elogiando a iniciativa. Segundo Chioro, uma pesquisa inédita feita pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mostrou que 95% das pessoas entrevistadas estavam satisfeitos ou muito satisfeitos com o programa.

Questionados sobre os pontos negativos, Chioro afirmou que houve uma parcela muito pequena dos entrevistados com queixas. "Apenas 1% a 2% dos entrevistados se mostraram insatisfeitos. As queicas se restringem a dois problemas: dificuldade de comunicação, e uma expectativa de se encontrar, no posto de saúde, serviços de especialista", disse.

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Autor: alvailton santos
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