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Justiça decreta prisão preventiva de ex-funcionários do Hospital de Barreto

Eles são acusados de desvios de recursos do hospital, da ordem de R$ 700 mil, %u2018mediante pagamentos suspeitos em supermercados, hotéis, oficinas mecânicas, lojas de pneus, postos de combustíveis, restaurantes, transporte de passageiros e de cargas perigosas%u2019.

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postado em 12/11/2016 10:29

A Justiça decretou a prisão preventiva de três ex-funcionários do Hospital de Câncer de Barretos, que trabalhavam na unidade sediada no município de Jales. Eles são acusados de desvios de recursos do hospital, da ordem de R$ 700 mil, ‘mediante pagamentos suspeitos em supermercados, hotéis, oficinas mecânicas, lojas de pneus, postos de combustíveis, restaurantes, transporte de passageiros e de cargas perigosas’.

A decisão, da 5.ª Vara Criminal, acolheu representação da Polícia Federal, com parecer favorável da Procuradoria da República. Os três já estavam presos desde o dia 8, mas em regime temporário por cinco dias, quando a PF deflagrou a operação "Corrente do Bem".

Segundo a PF, os suspeitos estão recolhidos na cadeia pública de Santa Fé do Sul (SP).

A Corrente do Bem atribui a um ex-diretor administrativo da unidade do hospital em Jales, R.M.D., de 33 anos, e a outros dois ex-funcionários da administração, G.V.B., de 29 anos, e L.S S, de 30, um esquema de desvios de recursos do hospital "em benefício próprio".

Segundo a PF, os três foram "demitidos anteriormente por justa causa". A polícia informou que desde o início das investigações teve o apoio da direção do Hospital de Câncer de Barretos, que realizou auditoria interna. A investigação foi batizada "Corrente do Bem" em alusão ao fato de o Hospital de Câncer de Barretos ser mantido em grande parte com doações da sociedade.

Os ex-funcionários presos agora em regime preventivo, ou seja, por tempo indeterminado, deverão ser processados por estelionato e associação criminosa.

Na terça-feira, quando a PF deflagrou Corrente do Bem, o Hospital de Câncer de Barretos divulgou comunicado. Segundo a entidade, todas as informações que estão sendo colhidas na auditoria interna são à Polícia Federal. "Continuamos colaborando com as autoridades para o esclarecimento dos fatos", diz a nota.

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