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Correio Braziliense

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Torcida assistirá ao velório de vítimas da Chapecoense da arquibancada

Quem não conseguir entrar poderá assistir em dois telões que serão instalados na área externa da Arena Condá. Chapecó alega questões de segurança e a presença de autoridades no local

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postado em 01/12/2016 12:32 / atualizado em 01/12/2016 13:11

Marcos Paulo Lima , Breno Fortes , Enviados Especiais /

Breno Fortes/CB/DA Press
 
Chapecó (SC) - A presença de autoridades como o presidente da República, Michel Temer, e da Fifa, Gianni Infantino, no velório das vítimas da tragédia de Medellín, fará com que os torcedores fiquem afastados do gramado durante o velório coletivo na Arena Condá.
 
 

Segundo o assessor de imprensa da Chapecoense, Andrei Copetti, a decisão foi tomada por questões de segurança. Segundo ele, a presença de Michel Temer ainda não foi confirmada e está sendo tratada entre os cerimoniais do Palácio do Planalto e do cortejo fúnebre em Chapecó. "Estamos trabalhando com a hipótese da presença do presidente Michel Temer. Há um contato, mas sem confirmação definitiva", explicou Andrei Copetti.

Os torcedores acompanharão o velório das arquibancadas. Quem não conseguir entrar poderá assistir em dois telões que serão instalados na área externa da Arena Condá. A estimativa é de que 100 mil pessoas passem pelo estádio. 

A projeção é de que o velório comece às 12h desta sexta-feira. "Mas pode passar para mais tarde. Não sei afirmar quanto tempo depois", ponderou Andrei Copetti. Segunda a Chapecoense, 51 corpos vão ser velados na Arena Condá. A tendência é que 16 fiquem em Chapecó para serem enterrados na cidade. Outros seguirão para diversas cidade do país.

Antes da abertura dos portões para a torcida, os familiares terão direito a 45 minutos a uma hora de velório reservado. Eles serão acomodados em cadeiras no estádio.  O porta-voz da Chapecoense também atualizou na manhã desta quinta-feira o quadro clínico dos sobreviventes. Segundo Andrei Copetti, Alan Ruschel, Hélio Neto, Jackson Follman e o jornalista Rafael Henzel continuam em estado grave, mas estáveis, sem risco de morte.

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