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Porta-voz da Chapecoense diz que escolha da aeronave foi técnica

Clube descarta influência da Conmebol e atribui contratação ao sucesso da viagem anterior a Barranquilla

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postado em 01/12/2016 13:14 / atualizado em 01/12/2016 13:31

Marcos Paulo Lima , Breno Fortes , Enviados Especiais /

Breno Fortes/CB/DA Press
 
 
Chapecó (SC) - O anúncio feito por autoridades colombianas de que a causa do acidente com o avião da Chapecoense foi causado por uma pane seca, ou seja, falta de combustível, aumenta a possibilidade de o clube catarinense acionar a empresa boliviana LaMia judicialmente. Por enquanto, o porta-voz da Chapecoense, Andrei Copetti, evita tocar no assunto. "Nossa prioridade agora é a questão humanitária", esclareceu em entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira, na Arena Condá.
 


A diretoria do clube voltou a tirar a responsabilidade da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) no processo de escolha da aeronave que levaria a delegação da Chapecoense até Medellín para a partida de ida contra o Atlético Nacional pelo jogo de ida da decisão da Copa Sul-Americana.

"Não há indicação da Conmebol ou envolvimento da prefeitura de Chapecó. A empresa tinha know-how de transportar times de futebol e já havia levado seleções de Argentina e Bolívia. Havia feito viagens para mais de 30 equipes. Como estávamos participando da Copa Sul-Americana e teríamos de fazer viagens de longos trechos, eles nos procuraram e ofereceram um serviço. Analisamos custos e a aeronave. Temos um departamento de logística para isso", disse Andrei Copetti.

Segundo ele, a contratação também tem a ver com o sucesso da operação em uma viagem anterior até Barranquilla. "Fomos bem atendidos na primeira oportunidade e recontratamos. Não é novidade que a Chapecoense tenha contratado esta empresa. Os critérios foram absolutamente técnicos. Um deles, foi a qualidade da aeronave, a mesma utilizada pela família real britânica, com todas as condições de segurança e conforto necessárias para viagens de curta e média distância", declarou, Andrei Copetti.

O clube desembolsou US$ 100 mil pelo primeiro trecho, algo em torno de R$ 339 mil. Segundo o porta-voz, a escolha da aeronave foi tomada pelos diretores de logística, administração e pelo presidente do clube. Os três estavam no voo. "Eles nos procuraram e ofereceram seus serviços, foi analisado o custo-benefício", afirmou.

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