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Estado de Minas

Dois feridos em queda de muro no Rio estão internados em estado grave

Além deles, outras cinco pessoas foram encaminhadas para esses dois hospitais


postado em 08/11/2017 14:52 / atualizado em 08/11/2017 15:06

Muro desaba em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro. Bombeiros retiram escombros em busca de feridos (foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)
Muro desaba em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro. Bombeiros retiram escombros em busca de feridos (foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)
Um homem e uma mulher feridos após a queda de um muro em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro, estão internados em estado grave. O homem, de 43 anos, teve traumas na cabeça e no tronco e está sendo estabilizado no Hospital Municipal Souza Aguiar. A paciente tem cerca de 50 anos e está respirando por aparelhos, no Hospital Municipal Salgado Filho.

Além deles, outras cinco pessoas foram encaminhadas para esses dois hospitais, dois deles (um homem de 33 anos e uma mulher de 32) com fraturas nas pernas e uma mulher de 35 anos com fratura no braço.

Dois homens, um de 31 anos e outro de 39, estão passando por avaliação e exames complementares, em situação estável. As informações são da Secretaria Municipal de Saúde.

Uma oitava vítima morreu no local, segundo o Corpo de Bombeiros. Os bombeiros já encerraram as buscas e não encontraram mais nenhuma vítima sob os escombros.

O muro desabou parcialmente, no início da manhã de hoje, na Rua Couto de Magalhães. Segundo a prefeitura do Rio, o muro, que tinha seis metros de altura e 50 metros de extensão, cercava um terreno que foi alugado pela empresa Hydra Engenharia, que usava a área como base de operações para as obras do Programa Favela-Bairro na comunidade do Arará.

A empresa já foi notificada pela Secretaria Municipal de Urbanismo para prestar esclarecimentos sobre o incidente. A área foi interditada pela Defesa Civil Municipal, que solicitará a demolição completa do resto do muro.

Segundo moradores, os feridos eram usuários de crack que começaram a se concentrar na região no início do ano, utilizando o muro para se abrigar, com barracas improvisadas coladas à estrutura que desabou.

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