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Estado de Minas

Corpo de bebê que morreu em atropelamento no Rio é liberado para enterro

Maria Louise morreu na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Copacabana, para onde foi levada, vítima de atropelamento no calçadão da Praia de Copacabana


postado em 19/01/2018 18:45

Ver galeria . 12 Fotos Um carro invadiu o calçadão de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, e atropelou 17 pessoas na noite de 18/1/18PMERJ/Divulgação
Um carro invadiu o calçadão de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, e atropelou 17 pessoas na noite de 18/1/18 (foto: PMERJ/Divulgação )

 
A Polícia Civil informou que o corpo da bebê Maria Louise Araujo Azevedo, de 8 meses, já foi necropsiado no Instituto Médico-Legal (IML) e liberado. O pai da criança já recebeu a declaração de óbito para tratar do enterro. Maria Louise morreu ontem (18/1) no final da noite da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), de Copacabana, para onde foi levada, vítima de atropelamento no calçadão da Praia de Copacabana, altura da Rua Figueiredo de Magalhães, com mais 16 pessoas.
 
 
A mãe da bebê, Niedja da Silva Araujo, recebeu a visita da avó, que mora fora do Rio e foi passear no calçadão da praia levando Maria Louise no carrinho de bebê, quando um carro, desgovernando, dirigido por Antonio de Almeida Anaquim, atravessou a pista e a ciclovia, atropelando várias pessoas que estavam no calçadão. O carro só parou na areia da praia.

Niedja, que mora na Ladeira dos Tabajaras, ali mesmo em Copacabana, também foi atropelada e sofreu escoriações nas duas pernas e no ombro, sendo liberada hoje (19/1) do Hospital Souza Aguiar, na região central da cidade, para onde foram levadas as vítimas que sofreram ferimentos mais leves.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o caso mais grave é o do australiano Daniel Marcos Philips, 68 anos, que já mora no Brasil há 20 anos, contrariamente ao informado antes, de que estava no Rio como turista.

Philips está internado em estado gravíssimo no Hospital Miguel Couto, na zona sul, e respira com auxílio de aparelhos. Ele foi identificado por meio da cópia de um passaporte emitido em 2010. Ele foi reconhecido oficialmente hoje à tarde por um casal que o visitou no hospital e passou as informações.

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