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Estado de Minas

Morre Carlos Caó, jornalista que criminalizou preconceitos de raça e sexo

Caó ainda tornou inafiançável e imprescritível o crime de racismo


postado em 05/02/2018 00:07 / atualizado em 05/02/2018 00:16

(foto: Reprodução )
(foto: Reprodução )

 

Morreu neste domingo (5/2), aos 76 anos, Carlos Alberto Caó de Oliveira, jornalista, advogado e militante do movimento negro. Caó foi o autor da Lei 7.437/1985, conhecida como Lei Caó, que mudou o texto da Lei Afonso Arinos, de 1951, tornando contravenção penal o preconceito de raça, cor, sexo e estado civil.

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Filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), elegeu-se deputado federal pelo Rio de Janeiro em 1982. Como deputado constituinte, Caó regulamentou o trecho da Constituição Federal que torna inafiançável e imprescritível o crime de racismo.  

Como jornalista trabalhou em veículos como Tribuna da Imprensa, Jornal do Comércio, Jornal do Brasil e TV Tupi. 

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