Jornal Correio Braziliense

Fuja do turismo padrão: viva experiências inéditas

Conheça um pouco mais sobre o Canadá e tudo que ele tem a oferecer

Correio Braziliense

 

 Quando você pesquisa lugares incríveis para viajar nas férias, encontra muitos roteiros na Europa e nos Estados Unidos, um pouco de Austrália e Japão, e alguns lugares da Ásia para os mais aventureiros. Mas você já parou para pensar que existem outras opções mais baratas, que podem superar as suas expectativas? Esse é o caso do Canadá. Por trás das temperaturas baixíssimas que passam por ali apenas em uma das estações do ano, há toda uma variedade de paisagens maravilhosas, construções diferentes, histórias cativantes, parques de diversão com brinquedos únicos, comidas inusitadas e uma coleção enorme de experiências que valem a pena ser vividas, tanto com a família, quanto com amigos e até mesmo curtindo a própria companhia. Conheça abaixo as três cidades canadenses que você não pode deixar de conhecer.  

 

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Montreal 

 

A segunda maior cidade do Canadá, localizada em Quebec, também é conhecida por representar fielmente as duas metades do cidadão canadense: a inglesa e a francesa. Além de capital do bilinguismo e segunda maior cidade de língua francesa do mundo depois de París, é um pedacinho da Europa na América do Norte, em que os prédios remanescentes da colonização francesa são cheios de história e cultura em meio ao modernismo contemporâneo de um centro de negócios comercial e industrial.

 

O primeiro passo para explorar a cidade é visitar a Velha Montreal, um labirinto de ruas charmosas de paralelepípedo e construções coloniais do séc XVIII com paredes de pedra. A melhor forma de passar por ali é caminhando por entre as lojinhas e restaurantes da rua St. Paul, em direção à basílica Notre-Dame de Montreal, com seu altar enorme, e ao mercado Marché Bonsecours. Depois, até a Place de Jacques Cartier, um point perto do Hotel de Ville de Montreal, onde fica a prefeitura da cidade e jardins imponentes; do Chateau Ramezay, primeira construção a ser considerada um monumento histórico no estado e que hoje abriga um museu de arte e objetos de uso diário da Nova França (Quebec colonial); e do antigo porto, onde fica o centro de ciências e o parque que abriga festivais ao longo do ano inteiro, tais como o Festival Anual de Jazz, mas que também é ótimo para um piquenique em dias quentes. 

 

 

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Saindo do porto de barquinho, é interessante fazer um tour pelas ilhas Saint-Helene, onde fica o parque Jean-Drapeau, ótimo para passear de bicicleta, o parque de diversões La Ronde (pertencente à rede Six Flags, especializada em montanhas russas) e a Biosphere, um museu sobre o meio ambiente, mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável; e Notre-Dame, que abriga o Cassino e o Circuito Gilles Villeneuve, em que ocorre o Grand Prix de Fórmula 1. Outra visita imperdível é o parque Mont-Royal, criação do Frederick Law Olmsted, arquiteto do Central Park de NY em uma montanha no meio da cidade, onde fica localizado o mirante Kondiaronk, com uma ótima vista panorâmica da cidade, e a primeira cruz da cidade, que fica iluminada durante a noite. 

 

Outra programação que vale um dia de passeio é o Parque Olímpico, criado para os jogos de 1976 e que depois virou um complexo de atrações turísticas, como o estádio, a Torre de Montreal (uma enorme torre inclinada), o planetário, o jardim botânico e o Biodôme, uma espécie de zoológico que reproduz os diferentes ecossistemas das Américas, reunindo plantas e animais de todo o continente. A Praça das Artes é o coração artístico da cidade e ponto imperdível no roteiro, pois reúne teatros, espaços culturais, o Museu de Arte Contemporânea, a Casa de Ópera e o Quartier de Spetacles, local de apresentação da Ópera e das companhias de ballet, com vários shows ao longo do ano.  

 

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Para fazer compras, a dica é passar na Rua St Catherine, umas das principais vias da cidade, que abriga diversos centros comerciais, bares, casas noturnas, restaurantes e uma infinidade de lojas. Outra pedida é a cidade subterrânea, o RÉSO com 32 km de extensão e que interliga shoppings, escritórios, hotéis, estações de metrô, universidade, museus, cinemas e praças de alimentação. Agora, se quiser comprar alimentos frescos e experimentar sabores diferentes, vá ao mercado Jean-Talon.

 

Você não pode deixar de desfrutar da gastronomia, que cruza tendências inglesas, francesas e nativas, e cria pratos como o Poutine. O lugar mais tradicional para comer essa iguaria típica do Quebec é o La Banquise, mas no PoutineVille você pode montar seu recheio como preferir. Outra comida típica é o bagel, uma rosquinha salgada, que pode ser encontrado no Fairmount. No Schwartz’s Montreal você pode experimentar sanduíche de pastrami, mas se quer doces gostosos vá ao Olive et Gourmando, a Cacao 70 ou ao Julliette&Chocolat. O Jardim Nelson tem música ao vivo e parece um jardim mesmo, enquanto o Les 400 Coups faz pratos franceses contemporâneos. Em alguns lugares, você vai encontrar placas de “BYOW”, que significam Bring Your Own Wine (Traga seu próprio vinho), ou seja, você pode levar bebida de casa e economizar

 

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Para curtir a noite na cidade, não faltam opções. Sempre vai ter um teatro, uma apresentação de ballet, um musical ou espetáculo de circo (vale tentar assistir o Cirque du Soleil, ele surgiu em Montreal!), sem contar os bares e baladas da rua Crescente, como o Sir Winston Churchill e o Hurley’s Irish Pub, e os da Boulevard Saint-Laurent, como o Métropolis e o Foufones Électriques. É só ficar de olho no ClubZone que esse site informa toda a programação do dia e da semana. Lá, os bares fecham às 3h da manhã e essa é a hora em que as casas noturnas “after hours” da rua Saint-Catherine abrem. Não esqueça de andar sempre com o documento de identidade, pois todos esses lugares são para maiores de idade. 

 

Toronto 

 

Agora sim: a maior cidade do Canadá e a quarta maior da América do Norte é moderna e pluricultural, ou seja, possui influências de várias partes do mundo. No verão, todos saem às ruas para curtir o sol e assistir aos jogos de baseball da temporada no Rogers Centre, enquanto no inverno, a movimentação é toda embaixo da terra, no maior complexo comercial subterrâneo do mundo, o PATH. Uma coisa curiosa é que, diferentemente de outros pólos econômicos, como Nova York e São Paulo, Toronto é muito tranquila e a população é bem solícita com os turistas, nem parece que recebe mais de mil festivais culturais todos os anos.

 

 

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A CN Tower é um dos símbolos da cidade, com 553 metros, mas perdeu o título para a Tokyo Sky Tree, no Japão. Ela permite uma visão incrível de toda sua extensão da metrópole, tanto de dentro do mirante quanto pelo lado de fora, pois é possível fazer um passeio pelo terraço, com guia e cordas de segurança. Se tiver uma graninha extra, vale a pena almoçar no restaurante giratório do observatório da torre, pois ele faz 360º em 72 min. A cidade também possui a Yonge Street, com 1896 km! Para os fãs de esporte, o Hockey Hall of Fame é uma boa pedida, além de ter o maior acervo de objetos relacionados ao hockey, o lugar conta a história do jogo e homenageia os melhores atletas, além de ter um simulador bem divertido no qual você pode desafiar jogadores computadorizados.

 

Os museus de destaque são: o Royal Ontario Museum, com 40 galerias de exposições sobre arte, arqueologia e ciências, com destaque para a coleção de artefatos chineses; e a Art Gallery of Ontario, com obras que vão desde 100 d. C. até a contemporaneidade, abordando a cultura esquimó e artistas internacionais, como Auguste Rodin, Claude Monet, Edgar Degas, Paul Cézanne, Vincent Van Gogh e Pablo Picasso. Ah, pertinho do ROM fica o Bata Shoe Museum, o museu do sapato! Vale a pena visitar também o castelo de estilo medieval Casa Loma, que é uma das maiores habitações do Canadá, com 98 cômodos e mais de 20 mil metros de jardim. 

 

Dar uma volta pelas ruas da Downtown leva a vários outros pontos turísticos, como a Yonge-Dundas Square, principal rua da cidade, que lembra muito a Times Square e também onde está localizado o centro comercial Eaton Centre, maior shopping da cidade, com mais de 200 lojas. Ali perto, ficam a cervejaria Steam Whistle, o Lawrence Market (o mercado público da cidade) e o bairro boêmio Distillery District: em 1823 o espaço era uma destilaria, mas 153 anos depois parou de funcionar e um grupo de empreendedores transformou os 47 edifícios em lojas, galerias, estúdios, restaurantes e cafés. Um segredo é que se você fizer a caminhada do mercado até o distrito pela The Esplanade, vai passar por um parque onde tem a quadra de basquete mais fotogênica da cidade.

 

 Um passeio que vale a pena fazer é o das Cataratas do Niagara, que ficam na fronteira com os Estados Unidos e compõem um visual simplesmente deslumbrante. Outro programa divertido é passear de Ferry pelo lago Ontário e conhecer a Toronto Islands, um arquipélago com paisagens incríveis, ótimo para respirar ar fresco, dar uma volta de bicicleta e assistir ao pôr-do-sol em alguma das “praias” que ficam à beira do lago. Aproveite também para visitar o Centreville Amusement Park, que tem pedalinho, roda-gigante, trenzinho a vapor e carros antigos de verdade, que até as crianças podem dirigir! Se a ideia for curtir a natureza sem sair do centro, o High Park é uma boa pedida, pois dá para fazer trilhas, andar de bike ou simplesmente relaxar observando a paisagem.

 

O primeiro e maior parque temático do país fica há poucos quilômetros do centro. O Canada’s Wonderland possui 17 montanhas russas, para todos os tipos e gostos, drop tower, speed city racer (uma espécie de kart), timberwolf falls (uma queda de 15 metros que te deixa encharcado), white water canyon (um brinquedo que imita um rafting) e windseeker (um brinquedo que faz você girar no topo da maior torre do parque), um parque aquático (sim, dentro do parque temático) com 14 atrações em piscinas e o Planet Snoopy, uma homenagem ao cachorro mais fofinho de todos. 

         

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A metrópole canadense também possui o maior aquário do país, o Ripley’s Aquarium of Canada, com mais de 16 mil animais marinhos de várias partes do mundo e a maior coleção de tubarões da América do Norte. Outro lugar curioso é o Kensington Market, que não é um mercado, como o nome sugere, mas um dos bairros mais diferentes de Toronto, por ter uma mistura eclética de lojas: roupas vintage, produtos latinos, produtos frescos (queijos, peixes, carnes, frutos do mar e temperos), cafés e restaurantes. É um lugar interessante para fazer compras, mas se o que você está procurando é preço baixo, melhor ir aos outlets Vaughan Mills, Toronto Premium e Collection of Niagara.

 

Um roteiro mais alternativo pode ser passar pelo Queen’s Park, fazer um tour pelo Ontario’s Legislative Building, uma das construções mais bonitas da cidade, visitar a Universidade de Toronto, fazer compras no cruzamento da Bloor St. com a Yonge St., tirar fotos na Grafitti Alley e sentar na pedra de 1 bilhão de anos de Yorkville para contemplar o agito da região. Comer um bolinho molhado, o timbits, no Tim Hortons, o maior estabelecimento de comidas rápidas do país, pode ser uma boa forma de terminar o dia. Para curtir a noite, a dica é ir em alguma casa noturna, como a Cube, a Madson, o Maná (com festas brasileiras e feijoada de graça nas quintas) e a Momentos (com festa brasileira nas quartas, de graça até 23h).  

 

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Por fim, um roteiro gastronômico: boas sugestões de almoço são o Le Gourmand, The Burger’s, Priest, Fancy Franks e P&L Burguer. O The One Eighty fica no 51º andar de um prédio e tem uma vista linda do skyline da cidade. Se você é do tipo que gosta de apreciar a natureza e viver experiências diferentes, pode ir ao último andar do Harvest Kitchen, degustar um almoço vegetariano em meio aos galhos das árvores do Treetop Pátio. Os melhores cafés são o El Catrin, Archeo, Balzac’s Coffee, Cacao 70 e a padaria Panera Bread. Já para jantar, a dica é ir no restaurante italiano Archeo, no francês Scaramouche Restaurant (que está entre os dez vencedores do prêmio Traveler’s Choice 2015) ou no The Elm Tree Restaurant, que é mais em conta e tem ótimas opções de sobremesa. Os pubs mais famosos e recomendados são o Real Sports Bar & Grill, o The 3 Brewers e o OverDraught Irish Pub.

 

Vancouver

 

Uma cidade que tem de tudo: mar, floresta, montanha, rio e planalto, com a natureza entrelaçada na vida urbana sendo seu toque especial. Vancouver foi eleita a melhor cidade do mundo para se viver pela revista The Economist, devido às paisagens, à comida que é bem variada e ao esporte, que é muito forte na rotina local. É um lugar para quem gosta dos verdadeiros prazeres da vida. Sofisticada, oferece as facilidades de um centro urbano com gostinho de cidade de interior. Tem comércio com boas lojas, ótimos restaurantes, parques incríveis, praias e bairros tranquilos, bom sistema de transporte público e um povo simpático e acolhedor. 

 

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A cidade tem três montanhas principais, a Grouse, a Cypress e a Seymour, ótimas para fazer trilhas durante o verão e esquiar no inverno. As florestas da grande ilha de Vancouver e os fiordes que a acompanham são ótimos destinos para explorar a natureza, ao mesmo tempo em que os melhores resorts de esqui do planeta estão logo ao lado, em Whistler. O Capilano Suspension Bridge Park, também nas redondezas da cidade, possui uma das mais longas pontes suspensas para pedestres do mundo, juntamente com várias trilhas também suspensas entre as copas das árvores para prática de arborismo.

 

O melhor e mais completo lugar da cidade é o Stanley Park, pertinho do centro, famoso pelo caminho de mais de 8km na beira do mar. O lugar também tem floresta, jardins, quadras de tênis, campos de golfe, clube, restaurante, passeios de charrete e muito mais. Lá dentro, também fica o Vancouver Aquarium, que é lar para mais de 70 mil animais marinhos, incluindo baleias e golfinhos que fazem shows diários de acrobacia para o público visitante. Ele é separado por ambientes climáticos, que vão do ártico à floresta tropical, e a principal atração são as belugas, baleias brancas muito dóceis, típicas do norte do país. O espaço também tem papel importante em pesquisas de conservação e reabilita mamíferos marinhos há mais de 40 anos.  

 

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A Vancouver Art Gallery é especializada em artistas locais e possui um acervo com mais de 10 mil obras, com um destaque para a Emily Carr, que expôs quadros sobre a natureza e cultura indígena da Columbia Britânica. Mas para quem quer saber mais sobre esse povo, pode ir ao Museu de Antropologia, que conta com artefatos tradicionais das tribos da região, totens, esculturas e obras de arte. Um lugar que não costuma entrar nos roteiros, mas é ótimo para aprender sobre os costumes de outros países é o Jardim Sun Yat-Sem, considerado um dos poucos autenticamente chineses fora da China, que oferece um passeio histórico e cultural explicando a complexidade de sua criação. Ao final, é servido chá.

 

Quando passar por ali, não deixe de assistir um jogo de hóquei dos Vancouver Canucks, visitar o relógio a vapor de Gastown, o observatório do Harbour Centre e a Granville Island, um lugar abandonado e cheio de fábricas que se tornou um centro de lojas, restaurantes e um mercado público cheio de coisas gostosas para experimentar. O Canada Place, edifício construído para abrigar a World Fair de 1986 que depois se tornou cartão postal, é um ótimo lugar para tirar fotos, enquanto o parque Queen Elizabeth tem uma área de ornamentação simplesmente impressionante, que mistura diferentes espécies de plantas, de diferentes formas, tamanhos e cores, formando conjuntos deslumbrantes. No mesmo parque há um enorme viveiro de vidro, o Bloedel Floral Conservatory, que abriga pássaros bem coloridos voando livremente pelo espaço. 

 

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Para quem quer atrações menos populares, em North Vancouver há um bairro chamado Deep Cove, com uma enseada ótima para a prática de caiaque e SUP, além de várias trilhas interessantes. A principal delas, de 4km, é conhecida como Quarry Rock, que leva ao Deep Cove Lookout: um ponto panorâmico com uma paisagem maravilhosa, que transmite paz, renova as energias e é excelente para bater umas fotos. Por ali, também fica o Parque Lyyn Canyon, muito bonito e até mais surpreendente que o Capilano, pois além de também ter uma ponte suspensa, tem um pequeno cânion por onde passa um rio cristalino e deságua em uma cachoeira. Ele também tem muitas trilhas, sendo a mais bonita a que margeia o rio, e uma piscina natural, onde as pessoas mergulham, pulam e se refrescam.

 

A English Bay Beach é o lugar perfeito para assistir o sol se pôr, junto dos amigos e, logo em frente, fica a Kitsilano Beach, um dos points de verão para a prática de esportes. A água é muito gelada, então só as crianças e os mais corajosos costumam se aventurar, mas ao lado há uma piscina pública, com quadras esportivas e um gramado com ciclovia e restaurantes. Perto da University of British Columbia tem também a Wreck Beach, uma praia cercada por plantas e vários lances de escada abaixo do nível do asfalto, onde vestimenta é opcional. O ambiente é bem descontraído e em clima de festa universitária, apesar de ter públicos de todas as idades.   

 

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O incentivo à imigração também intensificou a variedade cultural, trazendo pessoas de todos os cantos do planeta para contribuírem com seus costumes, culinária, arquitetura entre outros. A metrópole tem uma grande comunidade asiática, com chineses, japoneses, vietnamitas e coreanos, e foi precursora do movimento Ocean Wise, que visa a produção sustentável de pescados e frutos do mar.  Comidas de rua, em barraquinhas, são um dos maiores destaques da gastronomia local, principalmente pelo fato de serem de qualidade, elaboradas por chefs, coisas como o japadog, um cachorro quente com ingredientes de sushi. O vinho também é um elemento muito presente, pois a cidade é vizinha do segundo maior produtor de vinhos do país, Okanagan Valley, o que garante uma boa safra a preços acessíveis em todos os restaurantes.

 

Por falar em comida, segue uma lista dos restaurantes de mais destaque na cidade: Cactus Club Café, que tem um menu bem diversificado e um ambiente confortável, já para degustar cervejas; a Steamworks Brewing Company, que serve massas, hambúrgueres e carnes, além de possuir um bar móvel e uma cervejaria enorme; a Yellow Brewing Company que é uma cervejaria artesanal, com mesa de sinuca e televisão; e o Go Fish, um restaurante bem pequenininho, para apaixonados por fish and chips. A parte da manhã pode acontecer no Medina Café, Na Old School e na Old Spaghetti e se der vontade de comer aquele docinho, vá ao Neto BelgianWaffle ou à Bella Galeteria. Já para sair de noite, o indicado é dar uma volta pela Granville Street, e pelo Gaston, a procura de bons preços.  

 

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Depois de conhecer um pouco mais dessas três cidades incríveis, está esperando o que para fazer um passaporte e viver essa aventura?  Basta ligar para o seu clube de turismo e escolher para onde quer ir, que eles organizam tudo para você com o melhor custo benefício. E se ficou curioso para conhecer outros lugares incríveis que valem a pena ser visitados, acesse aqui e descubra qual é a opção que mais combina com você!