Viagem histórica em meio a modernidade

São Paulo é o lugar com a maior variedade de conteúdo cultural do país, de todas as formas e sobre todas as épocas.

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postado em 10/10/2017 08:55 / atualizado em 13/10/2017 09:24

Viajar é uma das experiências mais ricas que existe e todo mundo precisa fazer pelo menos uma vez na vida. Os lugares novos e as vistas incríveis já compõem um ótimo pacote de motivos para convencer qualquer um a sair de casa, mas não é só isso. Cada cantinho do mundo tem uma cultura diferente, programas únicos que só podem ser realizados ali, pessoas novas para conhecer, comidas típicas, histórias para ouvir e contar, monumentos, obras de arte e até mesmo romances podem surgir durante a estadia. O Brasil é um dos maiores países do mundo, com uma grande variedade de costumes e relevos dentro do território, ou seja, tem muito a se conhecer sem ao menos precisar fazer um passaporte! Mas o lugar ideal para iniciar a peregrinação de conhecimento sobre a cultura nacional é a região sudeste, onde começou o processo de desenvolvimento econômico e o sentimento de nacionalidade brasileira, independente da Coroa Portuguesa. E nada melhor do que Ouro Preto como primeira parada!

 

 

O Início de tudo

 

 

A cidade é uma das mais antigas do país, um dos primeiros sinais de civilização do Império e vem acompanhando a história nacional desde então, guardando consigo resquícios vívidos de cada uma das épocas que se sucederam. Ela começou a se formar em 1698, com a construção do arraial Padre Faria, que 20 anos depois se tornou Vila Rica e em 1720 foi escolhida para ser a capital de Minas Gerais, uma das capitanias hereditárias. Anos depois, foi sede da Inconfidência Mineira, famoso movimento revolucionário separatista, importantíssimo no processo que fez o Brasil deixar de ser colônia de Portugal. Após a Independência, a cidade recebeu o título de Imperial Cidade de Ouro Preto, diretamente de D. Pedro I, tornando-se oficialmente capital da província. Apesar de não cumprir mais essa função, em 1933 ela foi elevada a Patrimônio Nacional e depois tombada, por ter grande parte de seus monumentos imperiais intactos. Cinquenta anos depois, Ouro Preto já era Patrimônio Cultural da Humanidade, declarada pela Unesco.

 

Conhecer a história estando inserido no cenário é uma experiência única e inexplicável. É quase como ter uma máquina de voltar no tempo e viver na época em que as coisas aconteceram. E na cidade mineira, a melhor forma de ter esse contato é visitando as igrejas, verdadeiras obras de arte colonial barroca, que mais parecem museus, pela quantidade de peças que elas guardam, resultado do trabalho de vários artistas famosos, como Aleijadinho e Mestre Ataíde. As mais famosas são: a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar, a que mais utilizou ouro em sua construção e chega a ofuscar os olhos logo ao entrar; a Igreja São Francisco de Assis, cuja marca registrada é a feirinha de artesanato em pedra sabão que fica logo em frente, no lago do Coimbra; a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar; a Igreja de Nossa Senhora do Carmo; e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, diferente de todas as outras por ter um formato circular. Todas elas cobram uma taxa de R$5 e não é permitido fotografar, então já vá preparado para prestar bastante atenção e guardar tudo na memória.

  

 

Apesar de essas serem as principais, caso encontre outra ao caminhar pela rua, não deixe de entrar, pois todas elas possuem obras de arte únicas e deslumbrantes que valem a pena. Os museus da cidade seguem na mesma linha, só que são menos voltados para a arte e mais para a história do lugar. Para entender melhor o que aconteceu por aquelas terras não deixe de ir no Museu da Inconfidência. E para saber mais sobre o processo de mineração e a evolução da principal atividade econômica de Ouro Preto, vá ao Museu de Ciência e Técnica da Escola de Minas. Para ver mais obras dos artistas que fizeram a decoração das igrejas, visite o Museu do Oratório, o Museu de Arte Sacra e o Museu Aleijadinho. As casas culturais (Casa de Tomás Antônio Gonzaga, Casa dos Contos, Casa dos Inconfidentes e a Casa da Ópera) trazem um pouco mais de história, mas chamam a atenção mesmo pela arquitetura.

 

Também é possível visitar as minas de onde eram retiradas as pedras preciosas do período colonial, quando a cidade ainda era Vila Rica. O passeio custa em torno de R$25 e é realizado com guia, que dá detalhes sobre como era feito o trabalho e sobre a situação dos escravos que ali ficavam. Quatro delas estão localizadas no centro histórico: Chico Rei, a Jejê, a du Veloso e a Santa Rita. Se estiver animado a pagar um pouco mais caro, a Mina da Passagem tem tamanho industrial e o passeio pelos túneis é feito de carrinho. Outra coisa muito bonita de se fazer é explorar as diferentes janelas, ladeiras e sacadas abertas, em busca de vistas diferentes e novos ângulos para fotografias. Os mirantes do Morro São Sebastião e o Mirante das Lajes são excelentes também para o registro. Nos arredores da cidade, tem o Parque Estadual do Itacolomi, uma das paisagens naturais mais bonitas da região, aberto de terça a domingo, das 8h às 17h. Lá é possível fazer as trilhas da capela, da lagoa e do forno, conhecer a represa e o Mirante do Custódio e dar uma volta no Museu do Chá. Se agendar um guia, também dá para subir o Morro do Cachorro e o Pico do Itacolomi. O parque Municipal da Cachoeira das Andorinhas também vale a visita para conhecer a queda d’água em meio aos paredões de pedras.

 

 

Aproveite a estadia para experimentar a culinária mineira em toda a sua extensão: torresmo, tutu de feijão, linguiça, frango com quiabo, costelinha, couve refogada, galinhada, doce de leite, pão de queijo, queijo minas e todas as outras gostosuras que encontrar pela frente. Para fazer compras de comida e artesanato, vá na Rua Conde de Bobadela e na Rua Claudio Manoel. Já para metais e pedras, o lugar ideal é a Praça Tiradentes. À noite, é só sair para se divertir em alguma festa das várias repúblicas universitárias da região. Para saber a programação, basta pater na porta de qualquer uma delas e perguntar onde vai ser o agito do dia que vai ter sempre alguém sabendo, típica coisa que só acontece em cidade do interior. Uma dica é ir no carnaval, quando todas elas fazem eventos ao mesmo tempo e gente de todo o Brasil vai lá curtir a “rua open bar” (o nome é devido ao fato de ter sempre alguém oferecendo uma dose de cachaça).

 

São Paulo

 

Agora que você já sabe tudo sobre o período colonial, está na hora de conhecer o resto da história, até os dias atuais. A maior cidade do país não resume sua fama apenas à capital econômica. É um dos poucos lugares do mundo em que o passado convive em harmonia com a modernidade em um movimento constante. Você nunca vai conseguir explorar tudo que São Paulo tem a oferecer, nem mesmo se tiver residência fixa por anos. A metrópole tem a habilidade de se renovar constantemente e até mesmo os principais pontos turísticos se transformam de tempos em tempos. Passear pela Avenida Paulista e visitar o Museu de Arte de São Paulo são programas que devem ser feitos todas as vezes em que você passar pela cidade. Outros museus, como o de imagem e som, o brasileiro de escultura, o de arte moderna e o afro, assim como o Centro Cultural Banco do Brasil, a Pinacoteca, a Oca, o Instituto Tomie Ohtake, o Theatro Municipal e o Mercadão, sempre estão com alguma novidade bem legal, então é bom checar o que está acontecendo nesses lugares nas datas da viagem. Este ano, foi inaugurado também o Instituto Moreira Salles, no meio da Paulista, com áreas para exposição, um cineteatro, uma biblioteca de fotografia, salas de aula, livraria, café e restaurante, ótimo para um passeio de domingo.

 

Claro que também tem aqueles pontos que você precisa passar pelo menos uma vez na vida, para cumprir o check list. A Catedral da Sé, o Zoológico, o Aquário, o Jardim Botânico, o Museu do Futebol, o Beco do Batman e seus grafites a céu aberto, o Museu da Língua Portuguesa (esse vai demorar um pouco para receber visitas, pois está em reconstrução após um incêndio no ano passado), o Memorial da América Latina, o Catavento Cultural e o Parque da Mônica (até mesmo depois de adulto tem como se divertir e sentir aquele gostinho de nostalgia) são os principais tópicos dessa lista. Para quem curte vistas panorâmicas e fotos incríveis, existem prédios altos por todos os lados, mas os melhores para ver a cidade lá do topo são o Altino Arantes, o antigo Banespa, o Copan, o Edifício Itália, o Hotel Unique e o Edifício Martinelli. São tantos lugares para visitar que não tem como explicar a história de todos eles em uma única matéria, então vai anotando para depois montar um roteiro de visitas com aquilo que mais te interessar!

 

 

Se você se interessa pela parte histórica, não pode deixar de visitar o Museu do Ipiranga, que possui um acervo enorme e único de peças da República e do Império, além de uma biblioteca com mais de 100 mil volumes raríssimos. É interessante passar também no Pátio do Colégio, o lugar em que foi levantada a primeira construção da cidade, um núcleo de catequização de indígenas, e hoje possui uma programação de concertos com orquestras e corais. A Casa das Rosas é outro prédio remanescente da ocupação inicial: um casarão no estilo francês que era utilizado para reuniões dos barões do café. Hoje ele é palco para manifestações culturais, com foco em literatura e poesia. A estação da Luz é um lugar incrível para se imaginar pegando um trem e curtir a paisagem do jardim logo em frente como se estivesse em 1800. Mas se você quer conhecer a fundo mesmo a história de São Paulo, vá ao Museu da Cidade, composto de 11 prédios espalhados pelo mapa da metrópole, com sede no Solar da Marquesa de Santos e é uma verdadeira jornada no tempo. Nessa mesma temática, é legal visitar também o Museu da Imigração, o Museu de Arte Sacra, o Mosteiro de São Bento e o Memorial da Resistência, sobre a ditadura de 64.

 

Fugindo do óbvio

 

Quem quer um passeio mais alternativo pode parar para tomar um café no Mirante 9 de Julho, que fica atrás do MASP e oferece uma vista linda da avenida de mesmo nome e quem sabe assistir um filme a céu aberto nas suas escadarias. O terraço do Museu de Arte Contemporânea também tem uma ótima vista. Vale a pena subir com o crush depois de ver a exposição, é bem romântico. Depois pegue sua canga, um vinho e um violão, e vá assistir o entardecer na praça Pôr do Sol no campus universitário. Outra praça muito frequentada é a Roosevelt, um dos espaços urbanos mais ocupados da cidade, por todo tipo de artista e grupos de amigos, e ainda é cercada por bares, teatros e barraquinhas de comida. A galeria Olido é um espaço bem discreto no centro da cidade, mas as aparências enganam. É uma luxuosa galeria de antiguidades e abriga o Museu do Circo, onde ocorrem espetáculos de música e dança. E o mais legal é que tem aula grátis de dança de salão toda tarde. Já o Sarau Cooperifa, toda quarta no Bar do Zé Batidão, e a Mercearia São Pedro são ótimos lugares para prestigiar uma boa literatura enquanto toma aquela cervejinha.

 

 

Quer um passeio mais diferente ainda? Que tal passar um dia na fazenda sem sair da cidade? O Parque Água Branca possui um espaço gratuito com cavalos, gansos, galinhas, lago com peixes e uma edificação de taipa, bambu com argila, em que costumam acontecer rodas de viola. A Represa Guarapiranga, no extremo sul da cidade, é o point dos esportes aquáticos e dos passeios de barco, a praia da metrópole. É quase um parque aquático, de graça e na beira do rio, com vários restaurantes nas proximidades. Outra experiência única é o ensaio da Vai-Vai, uma das escolas de samba mais tradicionais de São Paulo. Ele acontece na Avenida 9 de Julho, toda quinta e domingo no período da noite, e custa apenas R$20 para entrar. Se estiver chovendo, a programação pode ser o Cinépolis JK, primeiro cinema 4D da América Latina, que gera estímulos sensoriais ao longo do filme. Vale a pena conferir se tem alguma programação na Sala São Paulo, pois a apresentação de orquestra fica incrível na acústica do lugar.

 

Se você por um azar da vida está sem programação na cidade que nunca dorme, o Centro Cultural São Paulo é a sua solução: lá sempre está acontecendo alguma coisa, sejam aulas de música clássica, ensaios de dança, filme cult ou exposição, além de ter um terraço com jardim bem gostoso para curtir o dia lendo um livro ou algo assim. Outra opção é fazer alguma atividade artística ou esportiva do SESC Pompéia, enquanto curte o visual do antigo galpão da fábrica de tambores. O Cine Sesc, o Cinesala, o Espaço Itaú de Cinema e a Cinemateca Brasileira também são uma ótima forma de passar o tempo com filmes alternativos. A Rua Amaral Gurgel fecha aos sábados 15h e só vai abrir segunda de manhã, e o espaço, o famoso minhocão, se torna uma feira de trocas, shows, festas, teatros e até churrascos. Vale visitar a Biblioteca Mário de Andrade, segunda maior do país, que além do acervo enorme e da arquitetura incrível, possui uma programação intensiva de atividades culturais gratuitas. A Fundação Emma Klabin também merece entrar nesse roteiro: a própria casa da colecionadora falecida abriga mais de 1500 obras do mundo inteiro, desde pinturas a móveis e peças arqueológicas. Mas é bom ir em uma sexta ou sábado, e já ficar para o show, que ocorre no próprio jardim.

 

Existe natureza em SP

 

 

Quem acha que São Paulo é uma selva de pedra e concreto, não costuma frequentar os vários parques que estão distribuídos pelas zonas centrais. O maior e mais famoso de todos é o Ibirapuera, ótimo para passeios de bicicleta e para aprender manobras de skate. Além disso, lá dentro ficam diversos centros culturais já citados anteriormente. O parque Burle Marx também é uma boa pedida, pois tem aulas gratuitas de yoga, capoeira, aquarela, golfe indoor e tai chi chuan. A antiga área do Carandiru também foi transformada em um espaço de literatura, música e esportes: o Parque da Juventude, cuja estrutura abriga quadras, pista de corrida, áreas para animais de estimação e a Biblioteca São Paulo. Outras áreas verdes da cidade muito boas para relaxar e também muito bonitas são o Parque Estadual Villa-Lobos, o Parque do Povo, o Parque da Independência, o Parque da Aclimação, o Parque do Carmo, o Horto Florestal e o Parque Estadual da Cantareira. Nesse último tem uma trilha para o mirante natural da Pedra Grande e uma serra com o Pico do Jaraguá, o ponto mais alto da cidade, com 1.135 metros de altitude. Para chegar lá, basta pegar a estrada turística do Jaraguá ou fazer a trilha de 2km.

  

Os aventureiros vão gostar também de fazer as outras vias de trekking da capital, como a Trilha do Silêncio, a Trilha da Vida, a Trilha do Poção e a Trilha da Serra do Mar. O Parque Estadual do Juquery também tem uma grande variedade de caminhos para observação da fauna e da flora e também que levam a lagos, lagoas, rios e mirantes. Nessa mesma pegada, tem o Parque Ecológico do Tietê, com uma trilha de 9km ao redor de um lago e a companhia de muitos quatis, pássaros e aranhas gigantes. Tem ainda a ilha dos macacos, um ambiente em que esses animais ficam soltos interagindo com os visitantes. O caminho também pode ser feito de bike, o aluguel custa R$7 ou de trenzinho, cujo passaporte custa R$4 (preços referentes a setembro de 2017 e sujeitos à alteração). A estrutura do parque conta com áreas de piquenique, churrasqueira, quadras de esportes, pedalinho e o salão de curiosidades: uma sala enorme com coisas de todo tipo, desde objetos antigos, fotos, esqueletos, carcaças e máquinas. Quem gosta de adrenalina não pode deixar de ir no Hopi Hari, o parque de diversões radical.

 

Os três C: comprar, comer e causar

 

São Paulo também é o melhor lugar para fazer compras. As ruas 25 de março e a Santa Ifigênia são conhecidas como centros de pechincha, enquanto o Brás é o bairro das roupas baratas. O bairro da Liberdade é perfeito para comprar coisas orientais e desfrutar de um rodizio nas melhores casas de sushi da cidade. Lá também fica o real paraíso nerd: o Sogo Plaza Shopping. É a maior concentração de games, mangás, bonecos, produtos colecionáveis, fantasias e roupas com essa temática. No bairro Canindé tem a Feira Kantuta, realizada pelos imigrantes bolivianos e peruanos, que oferece pratos da culinária andina, assim como música e artesanato típico. Outra cultura muito forte na cidade é a italiana e o Eataly é o maior mercado de gastronomia e artesanato do país europeu. Mas se você é do tipo que curte coisas vintage, com certeza vai achar alguma coisinha na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, na Vila Madalena, ou na Feira de Antiguidades do bairro Bixiga. Para os amantes da música, a parada obrigatória mesmo é a Galeria do Rock, cheia de camisetas diferentes da sua banda favorita. Sem contar, claro, que a cidade tem shoppings para todos os gostos e bolsos, espalhados por todos os bairros, sendo que os três primeiros lugares da lista de favoritos dos turistas são: Higienópolis, Iguatemi e JK.

 

 

Agora falando sobre comida: a cidade possui um cardápio extenso e generoso com restaurantes de todas as partes do mundo que você conseguir imaginar. A grande maioria deles está na região Itaim-Jardins, menos as pizzas, que ficam no Bixiga. Mas alguns lugares se destacam em meio a gama imensa de opções: o BTNK, uma hamburgueria dentro de um vagão antigo de trem, com experiência imersiva envolvendo gastronomia e storytelling; a Ruella Bistrô, uma reprodução de viela característica do sul da França, com um cardápio de releituras de pratos típicos do país; o Família Mancini, que serve massas e carnes, mas se destaca pela decoração com objetos antigos, instrumentos musicais, venezianas e fotos incríveis; o Mocotó, o melhor restaurante de comida nordestina na cidade; e o Capim Santo, que é um espaço aberto de comida saudável com técnica francesa em meio a bananeiras, jabuticabeiras e passarinhos.

 

Já para curtir a noite, os bairros Cerqueira César, Jardins, Pinheiros, Vila Olímpia, Itaim, Rua Augusta e Vila Madalena possuem as maiores concentrações de bares e casas de festa. Basta circular por eles para encontrar um lugar cheio ou uma fila de balada. Os mais legais, no entanto, são o Veloso Bar, com sabores bem variados de caipirinhas e uma decoração bem diferente; o bar Pitico, que foi montado dentro de containers no Largo do Batata e é ótimo para curtir uma noite mais alternativa, com músicas indie, cerveja artesanal e um prato de kebab; e a Casa 92, em que todos os cômodos possuem bares com experiências únicas de drinks e gastronomia e, a partir de 1h, da manhã começa a funcionar uma pista de dança, transformando o ambiente em festa. Achar uma balada para curtir é uma das missões mais fáceis que existe em São Paulo, mas duas casas noturnas com propostas diferenciadas são: a Lions Nightclub, inspirada nos clubes de cavalheiros dos anos 50, com lustres holandeses, azulejos, espelhos e animais empalhados, acrescidos de equipamentos modernos, uma pista de dança com efeitos 3D e um paredão de LED, de frente para uma vista incrível do centro comercial e da Catedral da Sé; e a D-edge, um espaço que toca rock nas segundas, eletrônica experimental nas quintas, freak music com funk e temática anos 80 nas sextas, techno nos sábados e o mais incrível de todos: o super after, que começa as 5h da manhã de domingo e só acaba quando a última pessoa cansar de dançar.

 

 

Agora que você tem várias listas temáticas de roteiros para fazer, que tal escolher o que você mais gostou e marcar a viagem? Basta ligar para o seu clube de turismo e dizer para onde quer ir, que eles organizam tudo para você com o melhor custo benefício. E se ficou curioso para conhecer outros lugares incríveis que valem a pena ser visitados, acesse aqui e descubra qual é a melhor opção que mais se parece com você!

 

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