A pedido dos moradores do Bloco C da 113 Sul, foi realizada ontem uma bênção no térreo do edifício. O padre Adilson Marques, da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, localizada na 312 Sul, rezou um Pai-Nosso em homenagem às três vítimas e jogou água-benta nas prumadas do prédio. “Este crime não assustou só os moradores do prédio, mas Brasília inteira. Eles (as vítimas) eram extremamente educados, discretos e ótimos vizinhos.
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| Quinze moradores do Bloco C da 113 Sul participaram, ontem à noite, de uma oração no térreo do edifício |
Esperamos que o caso seja resolvido”, disse uma mulher que preferiu não se identificar. Quinze pessoas compareceram à cerimônia — na estrutura original do edifício, havia 36 apartamentos, mas os Villela reformaram o 601 e o 602 para transformá-los em um imóvel único. Assim, o bloco passou a ter 35 condôminos.
Após a breve celebração, que durou cerca de 20 minutos, os moradores se reuniram para discutir mudanças na segurança do prédio. Na próxima semana, o Bloco C passará a contar com 16 câmeras de segurança, que serão espalhadas por pontos estratégicos. Ao contrário das atuais, os novos
equipamentos gravarão as imagens captadas. Segundo Orivaldo Ferrari, 58 anos, integrante do Conselho Consultivo do edifício, os porteiros receberão treinamento para lidar com as mais diferentes situações. Quem quiser visitar alguém no local terá de mostrar documento de identificação na portaria e ainda tirar uma foto na webcam do computador.
Os condôminos cogitaram ainda a contratação de vigilantes, que fariam a segurança externa do bloco 24 horas por dia. “Resolvemos não adotar essa medida porque seria apenas mais gente estranha no prédio. As câmeras são suficientes”, destacou Ferrari. O investimento em todo o aparato tecnológico será de R$ 8 mil. “Já vínhamos discutindo essas mudanças havia três anos. Pena que elas só sairão do papel depois de um crime brutal como esse.”
Esta matéria tem: (6) comentários
Autor: henrique caldas
Rezar, uma boa maneira de não se fazer nada e ainda achar que esta ajudando | Denuncie |
Autor: André Catelli
ertamente agora é a hora de encher o local de câmeras, seguranças e ex-integrantes da SWAT, já que todos bandidos do país sabem que assaltar o bloco C da SQS 113 dá lucro, bastando, para obtê-lo, afiar a faca e se armar de um pouco de ousadia. Mas, quando se passarem 2, 3, 10 anos sem outros ataquesC | Denuncie |
Autor: Sousa Mattos
Vivemos em uma cidade sem Segurança Publica e quando os moradores fazem uma reunião no Bloco para se colocar equipamentos de segurança modernos e vigilantes, ai 90% dos moradores do Bloco preferem ficar guardando o dinheiro debaixo do colchão (RICOS) do que pensar no futuro..ta ai o resultado | Denuncie |
Autor: Ivanildo Lima
Ah, os moradores devem estar mentalizando assim: "Senhor Deus, fazei com que as câmeras funcionem sozinhas, pois sem elas estamos "cegos". Ajudai-nos a convencer o responsável a gravar nosso cotidiano. Da mesma forma, que as portas tenham bom senso de não se abrirem para pessoas que usem mochila... | Denuncie |
Autor: Ivanildo Lima
Wesley, nem adianta eles colocarem as câmeras se não fizerem o básico; apertar o botãozinho de "liga/desliga" (para ligar, é claro), assim como o botãozinho denominado "record" num aparelinho que antigamente chamávamos de vídeo cassete. Mas é muito botão pra apertar. Sabe como é, né?! | Denuncie |
Autor: Wesley Oliveira
É engraçado, depois que o crime acontece, é que vão colocar as câmeras. E vem o velho ditado: "Brasileiro só fecha as portas depois que é roubado!" | Denuncie |