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Ônibus lotado, eterno problema

Adriana Bernardes

Publicação: 14/03/2010 08:46 Atualização:

Trinta milhões de passageiros insatisfeitos mês a mês. Ônibus lotados, atrasados, quebrados e sujos. Quem pode, compra carro ou moto. Mas uma parcela considerável da população não tem outra opção a não ser submeter-se à rotina exaustiva de um sistema de transporte público ineficiente. Quem se debruça a estudar o caos aponta basicamente duas causas: incompetência do poder público para garantir o bom funcionamento do sistema e a falta de infraestrutura que privilegie o transporte coletivo de passageiros.

 (Edson Gês/CB/D.A Press - 19/2/01 )
Na última semana, o Correio levantou os números do sistema do DF e de outras quatro capitais. Entre elas, Curitiba (PR), considerada modelo na gestão do transporte público no país. Apesar de contar com uma frota de ônibus 67,8% maior do que a de Curitiba e de ter um número de linhas quase três vezes maior, o número de passageiros transportados no DF é 29,6% menor do que na capital paranaense. Os números não são os únicos indicadores para medir a qualidade do sistema. Se a linha é muito extensa, exige mais veículos, por exemplo, e o intervalo entre eles tende a ser maior. Se os ônibus são articulados ou biarticulados, têm maior capacidade e, portanto, podem ser em número menor.

Mas o grande problema do DF não está na quantidade de ônibus ou de linhas. O que falta é gestão do sistema, aponta o professor Joaquim Aragão, doutor em Engenharia de Transportes e coordenador de pesquisa do Centro de Formação de Recursos Humanos em Transportes (Ceftru), da Universidade de Brasília (UnB). “Aqui temos o inchaço de ônibus e de linhas, mas o governo não tem controle sobre a operação. Não sabe o horário que os ônibus passam nem se cumprem o itinerário. O usuário sabe menos ainda. Vai na Rodoviária e veja se tem tabela com o horário, se está atualizada e se é cumprida”, desafiou Aragão.

O especialista tem razão. No início da tarde de quinta-feira, os painéis luminosos (leia Memória) do terminal de embarque da Rodoviária do Plano Piloto deveriam informar o horário e o itinerário, mas estavam fora de operação. Só a parte superior do equipamento, destinada à publicidade, apresentava-se em perfeito estado de conservação. Passando-se por usuário, a reportagem dirigiu-se a um dos quiosques dos funcionários das empresas e pediu a tabela de horário dos ônibus que seguem para Planaltina. O homem apontou na direção oposta, para outro quiosque onde teria a informação. Lá uma mulher orientou que procurássemos o DFTrans, órgão responsável pela gestão e fiscalização dos ônibus. “É só você subir aquela escada”, disse.

Volte amanhã
Não há qualquer placa indicando os caminhos para se chegar ao DFTrans. A porta é recuada pelo menos três metros em relação às lojas e restaurantes, o que dificulta ainda mais a localização. Perguntada sobre a tabela de horários das linhas de Planaltina e Sobradinho, a servidora pega uma pasta preta com plástico. “Acho que não tenho aqui. Essas são as que mais saem”, avisou. Depois de folhear duas vezes a pasta, ela constata que não tem os horários de Planaltina e pede que retorne no dia seguinte.

Foram 10 minutos entre o primeiro pedido de informação até a resposta negativa do DFTrans. Enquanto isso, no mesmo balcão, um usuário irritado entregava uma reclamação por escrito a outro servidor do DFTrans. “Se vocês não tomarem providências, eu vou procurar o Ministério Público e vou denunciá-los por omissão”, avisou o funcionário público Salomão Sousa, 57 anos. “Os motoristas de dois ônibus que fazem o trajeto Núcleo Bandeirante-UnB transformaram o ônibus em uma boate ambulante. Não sou obrigado a ficar ouvindo bailão (música sertaneja), especialmente num volume alto”, destacou.

Salomão contou à reportagem que era a segunda vez, em 15 dias, que ele oficializava a mesma queixa. No mesmo dia, um funcionário do DFTrans ligou para Salomão. “Ele alegou que não daria andamento ao meu pedido se eu não apresentasse os números dos ônibus que vem trafegando com o som ambiente alto. Falou que não tem como deslocar um dos 89 fiscais para fazer a fiscalização no local”, disse Salomão. “Dá a impressão de que a fiscalização do DFTrans é de gabinete ou então aliada às empresas. Que eles só apuram as irregularidades quando não é mais impossível desconhecer o problema”, desabafou.

“Liga no 156”
O Correio também esteve no terminal do Setor O, de Ceilândia, e no de Samambaia, para tentar obter a lista com os horários dos ônibus. No primeiro terminal, conseguiu a tabela dos micro-ônibus, mas não o detalhamento do itinerário. Como faço para saber onde o ônibus passa? “Você vai ter que pegar um deles e ir anotando”, indicou um funcionário. No balcão das empresas de ônibus convencionais, a funcionária disse que apenas o DFTrans tinha a lista. Mas lá também não tinha. “Você liga no 156, opção seis e pergunta. Ou então, acessa o site do DFTrans na internet”, orientou. Em Samambaia, os funcionários do terminal também não tinham a lista para fornecer.

Para Joaquim Aragão, falta vontade política do governo. Ele defende que, se quisesse, o governo já teria feito a integração do sistema. “Não precisa esperar as grandes obras como corredores exclusivos ou linhas verdes. É só mapear a cidade e integrar as linhas”, afirmou. Mas o governo, sempre que questionado sobre os problemas de trânsito e transportes do DF, aposta que todas as soluções virão com o Brasília Integrada (veja Para saber mais).

Fiasco dos painéis
Os painéis luminosos foram instalados na Rodoviária do Plano Piloto em 1998, quando foi concluída a reforma. O Departamento Metropolitano de Transportes (DMTU), hoje DFTrans, anunciou que eles poriam fim aos atrasos dos ônibus e das longas filas de espera nos pátios da Rodoviária. Logo no primeiro dia, o sistema se mostrou um fiasco e não funcionou. Todo o sistema de automação só foi concluído um mês depois. Os 69 painéis e 12 câmeras instalados na época custaram R$ 3 milhões. Em 2000, os usuários reclamavam que as placas estavam constantemente quebradas. No ano seguinte, eles começaram a exibir palavras e frases desconexas, inclusive em inglês (foto). Dois engenheiros com especialização nos Estados Unidos foram chamados para consertar o equipamento, mas encontraram dificuldade. O governo decidiu desligá-los para evitar ainda mais confusão.


Reclamação
Se atrasar, já era
A dona de casa Sebastiana Santos da Silva (foto) tem 35 anos e mora no Setor de Chácaras do Setor O de Ceilândia. O único meio de se locomover em Brasília é utilizando o transporte coletivo. O trajeto entre a casa dela e o Hospital Universitário de Brasília (HUB) demora duas horas e 30 minutos, mas esse não é o único problema. “Tenho que andar dois quilômetros da minha casa até a parada. Se eu perder o ônibus das 6h20, o outro só passa às 10h20. Então preciso acordar às 4h e sair de casa, no máximo, às 5h”, comenta. Sebastiana também reclama dos atrasos frequentes e do preço da passagem.


Sem nenhum conforto
As incoerências do sistema de transporte no Distrito Federal também aparecem na quantidade passageiros transportados mensalmente em cada ônibus. Em média, são 10,6 mil por mês ou menos de 15 usuários por dia em cada veículo. Teoricamente era para o passageiro ter o mínimo de conforto, como fazer as viagens sentados. Mas não é isso que ocorre. As cenas de ônibus abarrotados de gente são comuns. E sobram relatos de pessoas obrigadas a esperar pelo próximo veículo por falta de espaço.

Nos horários de entre picos, dezenas de veículos ficam ociosos em diversos pontos da cidade. A maioria deles fica estacionado lado a lado no Mané Garrincha, no fim da Asa Norte e ao lado dos terminais de ônibus. Enquanto isso, a população que precisa se locomover fora dos horários de pico espera por até duas horas no ponto de ônibus.

Para o presidente da Associação dos Usuários de Transporte Coletivo de Âmbito Nacional (Autcan) Miguel Fernandes da Silva, o problema é de gestão no Distrito Federal. “Falta o poder público tomar conta. Hoje o sistema está nas mãos das empresas. Elas definem os itinerários e horários, e descumprem depois”, critica Silva. A Autcan representa 83 mil usuários em todo o país.

O Correio fez contato com o DFTrans para entrevistar o responsável sobre o assunto e para levantar os dados relativos ao sistema na última terça-feira. A assessoria de imprensa informou que ele estava muito ocupado resolvendo os problemas do Sistema Fácil (que ficou fora do ar durante a semana passada para recarga do passe livre aos estudantes), mas tentaria agendar um horário, o que não ocorreu até as 18h30 de sexta-feira.

A pedido do Correio, o órgão informou que conta com 84 fiscais. No último ano, foram emitidas 5.566 notificações e 1.306 ônibus piratas acabaram apreendidos. De janeiro a março deste ano, são 680 autuações e 65 retenções de veículos piratas. A principal queixa dos usuários é em relação ao descumprimento da tabela horária e do itinerário. Problemas que o órgão combate fiscalizando e multando as empresas que cometem as irregularidades. Já os horários, são divulgados na internet.

Descaso
A estudante Lígia Carolina Santana Catunda, 22 anos, critica a falta de informação e superlotação dos veículos. “Acho um absurdo colocarem os horários só na internet. E as pessoas que não têm acesso? Os horários deviam ficar nas paradas, mas não colocam porque aí teríamos como cobrar”, comentou.

Em Curitiba, a relação passageiros por ônibus/mês é a mais alta entre as cinco capitais: 25.372 por mês ou 35 pessoas por dia por veículo. Ainda assim o transporte da capital paranaense é considerado modelo no país. Gestor de operação de trânsito de Curitiba, Luiz Filla conta que na capital paranaense a qualidade do sistema é definida da seguinte forma: nos horários de pico, um ônibus comum, com 12m, deve transportar 44 passageiros sentados mais seis passageiros por metro quadrado em pé. Isso dá uma média de 80 pessoas por veículo. Os articulados circulam com no máximo 160 pessoas e o biarticulados, com 230.

O sistema é reavaliado semestralmente. Se a demanda ultrapassa o limite fixado, as empresas têm de colocar mais ônibus na linha. Se o número de passageiros pagantes aumenta — avaliação diária —, a reavaliação do sistema é antecipada. Para fazer cumprir as metas, horários e itinerários fixados pelo governo, 250 fiscais acompanham a prestação de serviço das empresas. “Quando observam qualquer anormalidade, atuam imediamente para sanar o problema. Nosso usuário é bastante exigente”, ressaltou Filla.

Em Curitiba, as principais infrações cometidas por ônibus são adiantamento do horário sem justificativa, dirigir de forma inadequada e ônibus em estado de conservação inadequada. “Aqui não temos problema de descumprimento da linha ou de viagens. Quando ocorre, nós multamos as empresas”, diz. A eficiência do transporte de Curitiba se deve também ao sistema de infraestrutura. Lá existem corredores exclusivos, terminais de integração e cobrança antecipada nos terminais. O sistema funciona como uma rede e parte do princípio que o usuário paga o valor de uma passagem para chegar ao destino, ainda que precise usar mais de um ônibus.

Fiscalização eletrônica
Em Belo Horizonte, o segredo para manter as empresas na linha é a fiscalização eletrônica. Por meio de dois softwares, o governo controla o cumprimento dos horários e se tem superlotação. O governo ainda fiscaliza qualquer sinal de anormalidade por meio da leitura do disco de tacógrafo. O número de fiscais é pequeno, 22 para todo o sistema. “A nossa fiscalização pesada é eletrônica. Temos o controle de 100% dos veículos e ainda vamos implementar um sistema de GPS”, explica Jussara Bellavinha, diretora de desenvolvimento e implementação de projetos.

Mas não é só a fiscalização eficiente que garante a qualidade do transporte público. O diretor-superintendente da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NUT), Marcos Bicalho dos Santos, explica que a falta de infraestrutura que dê preferência ao transporte coletivo em detrimento do individual tem relação direta com a qualidade do serviço prestado. “Se o ônibus tem que disputar espaço na via com os carros, a qualidade do serviço vai cair. O trânsito está cada dia mais congestionado”, lembra.

O sindicato das empresas de ônibus do DF foi procurado, com as perguntas encaminhadas por e-mail, conforme orientação da assessoria de imprensa da entidade. Mas, até o fechamento da edição, não houve retorno. (AB)

Para saber mais
Obras de ampliação
O Brasília Integrada é um programa de reformulação do sistema viário do Distrito Federal. Na primeira fase do programa está prevista a modernização do transporte público. Além de reformar 14 terminais rodoviários e construir outros 17, o governo pretende realizar obras de ampliação e melhoria nas avenidas Comercial, Samdu e Hélio Prates, em Ceilândia; na Estrada Parque Indústrias Gráficas, no SIG; na pista que atravessa o Setor Policial Sul; e na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), onde os quatro viadutos hoje em construção já fazem parte do programa.

Estacionamento lotado no Mané Garrincha: ociosidade durante o dia
Estacionamento lotado no Mané Garrincha: ociosidade durante o dia
 

Esta matéria tem: (26) comentários

Autor: Danillo Lagares
DFTRANS E SEUS FUNCIONÁRIOS SÃO PIADAS! | Denuncie |

Autor: Alan Cardeque
Estes ônibus, barulhentos, quentes e irrespiráveis. Deus sabe quantas chuvas eu peguei, quantos ônibus não pararam, quantas linhas não cumpriam o intinerário, quantas irregularidades eu presenciei.... Agora eu estou de carro, a contra-goto, ano que vem mais um milhão de veículos, quem sabe... | Denuncie |

Autor: Alan Cardeque
Eu era um usuário insatisfeito até o ano passado. Acordava as 05h30 para pegar um ônibus lotado as 06h00, em Planaltina. Nestes ônibus, inclusive nos quais fui assaltado mais de 3 vezes. Estes mesmos ônibus que me redenderam uma advertância trabalhista por atrasos... | Denuncie |

Autor: Bruno Fraga
Ônibus novo para quem não faz manutenção e conservação não quer dizer nada. Vários ônibus adquiridos em 2007 pela Viplan encontram-se em péssimas condições e não dou 6 meses para estes dessa última aquisição estarem na mesma situação. | Denuncie |

Autor: helio santos
A VIPLAN AQUI NO GAMA TEM UMA LINHA EXPRESSA DIRETO PARA A RODOVIARIA TANTO SETOR LESTE QUANTO OESTE, E TEM EXPRESSA ESPLANADA, PORQUE A LINHA ESPLANADA TEM QUE PARAR NA RODOVIARIA, TEM QUE PARAR SOMENTE NA ESPLANADA, ENTÃO COLOQUEM A COOTARDE PARA FAZER A LINHA EXPRESSA ESPLANADA. E FIM DE PAPO. | Denuncie |

Autor: helio santos
E UM ABSURDO A LINHA GAMA ESPLANADA O ONIBUS E UM LIXO, PELA MANHÃ AS CEDEIRAS VEM TODAS MOLHADAS PARECE QUE LIMPAM AS CADEIRAS COM OLEO, PREFIRO VIAJAR EM PÉ SENÃO CHEGO NO TRABALHO TODO SUJO, ISSO QUANDO O ONIBUS NÃO QUEBRA, TCB PARA O GAMA URGENTE, TERRENO PRA GARAGEM NO GAMA A TCB JA TEM. | Denuncie |

Autor: helio santos
essa empresa dos canhedos parece um cancer, parece que as autoridades, e governantes de BRASILIA,tem rabo preso com esse grupo, chegou a hora do nosso amigão aqui do gama que agora e governador acabar de vez com esse monopolio nos ajude WILSON LIMA, XO VIPLAN DO GAMA URGENTE. | Denuncie |

Autor: Fernando
Mais, a fiscalização do DFtrans é insuficiente, para não dizer incompetente! Cadê a fiscalização aqui em Sobradinho? Nunca vi. Pelo 156 você não consegue resposta. As empresas fazem o que querem e ninguém está nem ai para o passageiro. Quem reclama é o chato de plantão. Tem de melhorar e muito! | Denuncie |

Autor: Bruno Fraga
Gostaria inclusive de propor aos leitores para que possamos nos unir e criar um movimento que tenha como intuito a retirada da Viplan das ruas. É importante unirmos forças e buscar algo que será melhor para todos nós, que é a extinção desta empresa de ônibus, que é um câncer para Brasília. | Denuncie |

Autor: Bruno Fraga
Para que tenhamos boa parte dos problemas resolvidos, a primeira coisa a ser feita é retirar a VIPLAN das ruas. Só aí 40% dos problemas seriam resolvidos. O brasiliense cansou de ser respeitado por uma empresa de ônibus que não sabe o que é ter respeito pelo próximo. | Denuncie |

Autor: Fernando
Melhorou, em relação aos carros novos. Ainda tem carros de 1999 rodando, tipo VIPLAN 139888, 139642, 137743, 139726, todos aqui em Sobradinho. O maior problema é o descumprimento da tabela de horários. Fica a cargo do fiscal da empresa, e muitas vezes é descumprida. Especialmente na sexta-feira. | Denuncie |

Autor: Gustavo Soares
Um onibus andando ocupa o mesmo espaço de dois carros populares. Num onibus cheio vai 100 pessoas e num carro, na maioria das vezes, só uma. Engarrafamento é provocado pela falta de consciencia e egoismo do brasiliense que arruma essa desculpa de transporte publico ineficiente. | Denuncie |

Autor: antonio santos
INEFICIÊNCIA PLANEJADA O SISTEMA DE TRANSPORTE DE BSB NUNCA FUNCIONOU. O POBRE TA FERRADO. INEFICIÊNICA PROGRAMADA. A RODIARIA É UM LIXO. OS BARES E RESTAURNATE DOS TERMINAIS TB. A IMPRENSA É OMISSA, RARAMENTE FAZ REPORTAGEM A RESPEITO. ALEM DE RUIM E INEFICIENTE, É CARO É UM ABUSO É UM CRIME | Denuncie |

Autor: Chesley Rocha
Brasilia é um lixo, o onibus expresso que passava as 7:30 da manha em planaltina ja não passa mais! ja fiz reclamação por escrito, no balcão do DFTRANS, mas, nada! alguem deve estar ganhando panetone para não fazer nada em relação a essa vergonha! | Denuncie |

Autor: alexandre da silva
esse DFTRANS tinha que criar vergonha na cara e ver que a empresa viplan nao poderia mais estar circulando pois ela é um perigo a sociedade com onibus sucateados e caindo aos pedaços ! tomem alguma atitude bando de incompetentes . | Denuncie |

Autor: Francisca Duarte
Acho que tinha que ter um micro onibus integração exclusivo para cada setor ( O, P sul e Norte, Expansão, QNQ/QNR) de ceilandia saindo da estação ceilandia centro. | Denuncie |

Autor: Francisca Duarte
Sem falar na integração metro/micro onibus, que pelo menos pra quem precisa pegar integração na estação ceilandia centro, fica 1h esperando e quando passam não param pois estão superlotados, as vezes temos que pagar R$ 2,00 a mais e pegar os onibus q vem de taguatinga. | Denuncie |

Autor: eduardo moura santos
BEM VINDO AO MONOPÓLIO !!!!!!!!!!! | Denuncie |

Autor: Claudio Oliveira
Realmente algumas empresas não estão cumprindo com os seus deveres, mas outras estão servindo de exemplo como a TCB que é uma empresa do governo e possui onibus com padrão internacional. Gostaria de sugerir a este conceituado jornal que faça uma materia com a TCB e mostre como ela trabalha. | Denuncie |

Autor: nesio silva
A geografia de Brasilia possibilita usar a bicicleta como meio de transporte, pois 80% do territorio do DF é plano. Outro fator que facilitaria à melhoria dos sistema circulatório seria que as pessoas trabalhassem nas cidades de suas moradias, e o setor de serviços já proporciona o home officer. | Denuncie |

Autor: nesio silva
Continuando, o sistema publico de transporte deveria se atentar ao estudo do uso correto da malha ferroviária ao longo da EPTG, estrutural até o ponto final, o uso de ônibus de dois andares, o que reduziriam o volume que os articulados acarretam nas vias, e ao uso das bicicletas na EPTG. | Denuncie |

Autor: nesio silva
No caso de Brasilia, o sistema circulatório pecou e ainda está pecando ao favorecer o uso constante de ônibus, mesmo os articulados, e ao uso do metrô em lugares que já não suportam o contingente populacional em horário de pico e ficam à deriva em horários normais. Os corredores verdes vão queimar. | Denuncie |

Autor: nesio silva
O sistema circulatório do DF está comprometido com o aumento poulacional, falta de organização do transporte publico, nicho de mercado ou gargalo que as montadoras viram se instalando na cidade, geografia urbanística (cidades satélites muito distantes umas das outras) e condescendência publica. | Denuncie |

Autor: Ana Rodrigues
É um absurdo enorme o transporte de brasília , eles não cumprem horarios e esse onibus novos que o Arruda diz ter colocado é tudo pintado e de novo não tem nada. Esqueceram ai na reportagem de falar na mafia q tem por trás disso por outras empresas não ganham licitação, alias nem tem licitação p outr | Denuncie |

Autor: Marcelo Rodrigues
Na Ceilândia, a planeta faz de gato e sapato os passageiros, passa a hora que quer e sempre lotados, além disso, retiraram os carros novos e colocaram todos os carros antigos para operar. Já no Recanto das Emas, ônibus novos da São José, horários assíduos e quase sempre, confortáveis e vazios.. | Denuncie |

Autor: Marcelo Rodrigues
O professor tem razão, o problema no DF não é a quantidade, é a qualidade mesmo. A gestão do transporte público (assim como o trânsito no geral) é uma piada. Quem mora longe, dependendo da empresa que opera, fica a Deus dará. Exemplo desse contraste é Ceilândia e Recanto das Emas... | Denuncie |

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