A partir do próximo mês, o Lago Paranoá poderá ter novas normas de uso, com espaços delimitados para banhistas, atividades esportivas, lazer e pesca. A mudança vem sendo estudada por um grupo de trabalho formado por colaboradores da Marinha, especialistas em meio ambiente e do Governo do Distrito Federal. O plano é mapear e organizar as atividades náuticas para melhorar a fiscalização, oferecer mais segurança aos usuários do lago e diminuir os riscos de acidentes. As ações fazem parte de um plano de gerenciamento e uso focado em quatro eixos: segurança, meio ambiente, exploração do lago como mercado de trabalho e publicidade.
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| A proposta do governo prevê a identificação de áreas para banhistas, mas os praticantes de esportes querem participar do debate |
Na primeira fase, os estudos visam separar quais as áreas são seguras para banhistas e os pontos apropriados para navegação, além de limitar a velocidade das embarcações e autorizar quais modelos poderão navegar no local. “A ausência de um marco legal impede a Marinha e os bombeiros tanto de orientar os usuários quanto de fiscalizar. A ideia é tornar democrático o acesso ao lago e evitar confrontos entre embarcações e banhistas”, explicou o coordenador de articulação intergovernamental, Reinaldo Chaves Gomes.
Os pontos mais movimentados são os setores de clubes Norte e Sul, a Barragem do Paranoá e o Pontão. As mudanças ainda estão sendo discutidas com clubes e demais setores que utilizam o lago. As primeiras regras de uso devem ser avaliadas pela Marinha, antes de serem aprovadas pelo governador do DF, Agnelo Queiroz. A segunda fase objetiva a preservação do meio ambiente, que inclui conscientização, limpeza dos espaços, estudo do nível da lâmina de água, do assoreamento e quais são os pontos para ancoragem dos barcos. O terceiro eixo deverá regulamentar a exploração do mercado de trabalho, com análise das estruturas necessárias para melhorar o serviço prestado no local antes mesmo da Copa do Mundo de 2014. Por último, a intenção é regulamentar atividades publicitárias, com material definido para as empresas do que pode e não pode ser feito no Lago Paranoá.
A matéria completa você lê na edição impressa desta terça-feira (7/2) do Correio Braziliense.
Esta matéria tem: (7) comentários
Autor: João Guilherme
A orla do lago tinha que ser toda ela igual a QL 12, conhecida como Península dos Ministros. Espaço muito bom para todos! | Denuncie |
Autor: facu2068 Landim
Uma ciclovia ao redor do lago Paranoá atenderia de forma mais democrática toda população do DF. | Denuncie |
Autor: raimundo perna
É isso aí.Porque não sinalizam os locais mais propícios à pesca,os locais mais perigosos ao lazer em vez de proibir ,impedindo o acesso ao lago que é de todos?Onde já se viu perigo em pescar à beira do lago?Tem coisa aí,e vem de quem tem grana. | Denuncie |
Autor: Ricardo Aragão
O que deveria ser feito, era uma praia e ciclovia em torno de todo o lago e não hotéis e condominios, destruindo o nosso Patrimonio Histórico. | Denuncie |
Autor: FABIANO
Com certeza, a Orla que fica próxima a Terceira Ponte ficará reservada para os ricos que frequentam aquelas boates!! | Denuncie |
Autor: catiane santos
ISSO É SÓ UMA DESCULPA PARA SEPARAREM OS RICOS DOS POBRES... HEHEHE, VCS ACHAM Q TEM ALGUEM PREOCUPADO COM OUTRAS COISAS A NAO SER COM AS SUAS CARTEIRAS??? MAIS GASTOS INUTEIS... | Denuncie |
Autor: josé araújo
Claro que os melhores lugares vai ficar reservado para grandes construções, e maquinatas do DF. | Denuncie |