Aposentada organiza viveiro de orquídeas em jardim de bloco no Sudoeste

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postado em 12/02/2012 08:10 / atualizado em 11/02/2012 21:20

Thalita Lins

No feng shui, elas significam perfeição e são o símbolo do homem superior. Em todo mundo, há pelo menos 35 mil espécies de orquídeas catalogadas. A beleza exótica da flor moveu a aposentada Maria Amélia Aranha a espalhar mudas de orquídeas pelo jardim do Bloco H da SQSW 302, no Sudoeste. Dois anos depois de ela dar vida ao “quintal” do prédio, os cuidados diários dos moradores do edifício que se uniram ao movimento se mantêm. Quem passa pelo viveiro fica maravilhado com cada plantinha. De acordo com a aposentada, o segredo de um orquidário perfeito está relacionado apenas a uma palavra: amor. “Por todos os lados desse lugar há muito amor. É, sem dúvida, o mais bonito do Sudoeste”, orgulha-se.

A paixão pela planta levou Amélia a mudar o cenário sem vida do espaço verde do prédio. “Eu escolhi a orquídea porque tenho verdadeira paixão por ela, e é de uma beleza variada, pois existem várias espécies.” Concluído há oito anos, o jardim do residencial estava ocupado apenas por grama e palmeiras. “Tempos depois, o marido da atual síndica plantou várias mudas de ipê de várias cores”, lembra Amélia. Aos poucos, o local foi recebendo as primeiras orquídeas. Desde então, moradores do prédio não param de doar flores da família das orquidáceas ao jardim. “Já nem sei mais quantas delas tem aqui”, diz Amélia.

Gustavo Moreno/CB/D.A Press


Ao concretizar o viveiro, o intuito da aposentada era disseminar a ideia e fazer de Brasília uma cidade das orquídeas. “Quero contagiar a população daqui e mostrar que o cerrado é propício para a criação delas.” A iniciativa levou a jornalista Arbela Ferreira Lima, 26 anos, a podar algumas mudas de pingo-de-ouro, uma espécie da flor em tons amarelados que mais lembram bailarinas. “Esse lugar se tornou mais agradável. Toda vez que passo por aqui, tenho uma sensação de leveza, bem-estar. Eu sempre gostei de orquídeas, mas por conta da Amélia decidi aderir ao movimento”, contou a jovem moradora.

A matéria completa você lê na edição impressa deste domingo (12/2) do Correio Braziliense.

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