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Distritais começam a debater projeto que cria normas para concursos

Arthur Paganini

Publicação: 22/06/2012 06:00 Atualização:

Concurseiros em sala de aula: no Distrito Federal, mais de 350 mil pessoas se preparam para os certames. O contingente que realizar provas para a administração direta do GDF deverá ter regras claras a partir deste ano (Iano Andrade/CB/DA Press)
Concurseiros em sala de aula: no Distrito Federal, mais de 350 mil pessoas se preparam para os certames. O contingente que realizar provas para a administração direta do GDF deverá ter regras claras a partir deste ano


A discussão de um assunto que interessa a milhares de brasilienses avançou ontem na Câmara Legislativa. Os distritais promoveram uma audiência pública para debater o Projeto de Lei nº 964/212, que estabelece regras claras e proporciona segurança jurídica aos concursos promovidos pela administração direta do Governo do Distrito Federal (GDF). De autoria do próprio Executivo, a proposta deve ter modificações em plenário, como a garantia de nomeação imediata em caso de aprovação dentro do número de vagas. Além disso, os deputados querem estender de 60 para 120 dias o prazo mínimo previsto no projeto, entre a publicação do edital e a realização das provas.

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Tema relevante para mais de 350 mil pessoas que atualmente se preparam no DF para prestar concursos públicos, o projeto de lei pode ser encaminhado para votação na Câmara na semana que vem. A expectativa de alguns parlamentares é de que não haja discussões alongadas sobre o tema, já que o estabelecimento de regras gerais para concursos é ponto pacífico entre todos deputados. Mas o tempo é curto. Se quiserem aprovar o texto, os distritais deverão encaminhar a questão ao plenário até a próxima quinta-feira, último dia para a votação de projetos antes das férias parlamentares deste semestre.

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Esta matéria tem: (17) comentários

Autor: Debora Fernandes de Aquino Costa
Todos aprovados deveriam ser convocados, independente do nº de vagas; mesmo que fossem para outro órgão do governo; pois; ralaram,foram aprovados, não receberam votos de urnas. Os idealizadores do montante de valores das inscrições,(àcima da mega sena), não ralaram e curtem com o dinheiro arrecadado. | Denuncie |

Autor: Debora Fernandes de Aquino Costa
Todos aprovados deveriam ser convocados e aproveitados em outros órgãos, independente do nº de vagas. O valor da inscrição supera a mega sena, enriqueçendo os articuladores. Esses provados, não receberam votos para passar em concurso, ralaram para tal . Vamos respeitar a transparência, a legalidade. | Denuncie |

Autor: João Souza
O PL deve contemplar regras específicas para os certames. Um das mudanças deve ser a responsabilidade da organizadora no contato com o candidato aprovado. Paga-se uma inscrição, mas o candidato precisa ficar, todos os dias, chegando se foi chamado ou não, sob pena de perder a nomeação. Mudança já! | Denuncie |

Autor: benedito junior
Deveria ter concurso público para candidatos a distritais, se aprovados aí sim poderiam disputar eleições. | Denuncie |

Autor: Carlos Sarina
Neste espaço temos um pequeno exemplo do que acontece no país: um bando de aspirante a servissuga que só lhes interessa o próprio umbigo. Nenhuma outra matéria deste jornal tem mais participaçao e comentários do que esta. | Denuncie |

Autor: Augusto Neto
Também achei muito alto o limite para taxa de inscrição, que pode chegar a 5% da remuneração inicial do cargo. Assim, por exemplo, se a remuneração for de R$ 5.000,00, a taxa de inscrição será de R$ 250,00, valor que é exagerado. Acho que 1% da remuneração seria um bom limite. | Denuncie |

Autor: Augusto Neto
O campo de aplicação deste projeto de lei não alcança as estatais (sociedades de economia mista e empresas públicas). Não entendi o porquê, pois a obrigatoriedade do concurso público público vale para toda a Administração Pública, direta ou indireta. É isso o que diz a CF e a Lei Orgânica. | Denuncie |

Autor: Raimundo Melo
Marcelo Marques, se na "discurção" for incluída a gratuidade e, posteriormente inclusa na legislação, considere-se um futuro aprovado em qualquer concurso público no âmbito do GDF. | Denuncie |

Autor: Bianca Jamar
Concordo com o Luciano.... | Denuncie |

Autor: dyone nascimento
tem que ser discutido é a retirada das estabilidade e a implantação de medidores de desempenho no desfuncionalismo publico, pois nós da iniciativa privada não aguentamos mais pagar para ter esses deserviços atuais | Denuncie |

Autor: Vinicius Duarte
Também deveria ser proibida a aplicação de diferentes provas para o preenchimento vagas em um mesmo cargo, o que viola o Princípio da Isonomia, como ocorreu no último concurso de Perito da PC-DF. | Denuncie |

Autor: Vinicius Duarte
É importante que o texto mencione que os recursos elaborados pelos candidatos contra as questões da prova deverão ser avaliados por uma banca diversa daquela que elaborou as questões. | Denuncie |

Autor: maques bijos
Antes tarde do que nunca. Parabéns. | Denuncie |

Autor: Luciano Bogalho
As regras para os parlamentares tirarem recesso no meio do ano deveria ser debatida também, e o recesso só deveria ser gozado se a casa apresentasse uma média superior a 90% de comparecimento nas sessões e votações dos respectivos projetos de lei. Recesso sem trabalhar esta é boa!!! | Denuncie |

Autor: irlei ferreira
Concursos publicos sempre me pareceu uma fonte de captação de recursos financeiros que não sei para onde vai. Muitos estudam e passam em concursos e nunca são chamados mesmo para o numero de vagas previstas no edital. É PRECISO PARAR COM ESSA MALDADE contrat os concurseiros. Haja justiça. | Denuncie |

Autor: Alexandre Rodrigues
Marcelo, ah sim, e quem banca as empresas que fazem as provas, profissionais, segurança do dia, provas, etc? Não tem lógica isso, imposto não é pra pagar prova dos outros, paga quem quiser. | Denuncie |

Autor: marcelo marques lopes
é importante que se inclua nesta discurção,a gratuidade total para concursos públicos ,sem lorota. marcelo marinheiro | Denuncie |

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