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Publicação: 19/08/2012 16:39 Atualização: 19/08/2012 17:10
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Um grupo de ciclistas de Brasília promoveu hoje (19) uma série de atividades para conscientizar o motorista sobre o respeito aos pedestres e ciclistas, além de incentivar a substituição do carro por meios de transporte menos prejudiciais ao meio ambiente e mais seguros. As ações foram promovidas pela organização não governamental (ONG) Rodas da Paz e marcaram os seis anos da morte do biólogo brasiliense Pedro Davison, atropelado em 2006 enquanto andava de bicicleta no Eixão Sul, via expressa da capital federal que é fechada ao tráfego de veículos aos domingos e se transforma em área de lazer.
De acordo com Uirá Felipe Lourenço, presidente da Rodas da Paz, o objetivo do evento foi chamar a atenção da população para o fato de que sistemas de mobilidade alternativos àquele que privilegia o automóvel são possíveis. “É inviável continuar com esse modelo baseado só no automóvel. Ele causa alto número de acidentes, poluição e congestionamentos. Quanto mais bicicletas nas ruas, mais segurança”, disse.
Segundo Uirá, apesar de o número de ciclovias na capital federal ainda deixar a desejar, os ciclistas podem optar por vias menos movimentadas para se locomover, e até usar o metrô para transportar a bicicleta. “Muitos ainda não sabem, mas já é possível para quem mora em Taguatinga e Ceilândia [cidades distantes da zona central de Brasília] levar a bicicleta no metrô”, destacou.
As ações organizadas pela ONG hoje começaram na parte norte do Eixão. Os integrantes da Rodas da Paz venderam roupas e equipamentos para ciclistas, a fim de levantar fundos para campanhas educativas. Também foram distribuídos panfletos com regras para a convivência pacífica entre veículos e bicicletas.
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No começo da tarde, os manifestantes pedalaram em direção à parte sul do Eixão, onde há um memorial no local do acidente que matou o ciclista Pedro Davison. O biólogo, que morreu aos 25 anos, estava na faixa central da via, onde não é permitido o tráfego de carros. Ele foi atingido pelo veículo do contador Leonardo Luiz da Costa, que em 2010 foi condenado a seis anos de prisão por crime de trânsito. Por ser réu primário, Leonardo recorre em liberdade. Em homenagem à vítima, tramita no Congresso Nacional um projeto de lei para transformar 19 de agosto, data de sua morte, em Dia Nacional do Ciclista.
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Esta matéria tem: (12) comentários
Autor: ELOIZA RODRIGUES
Moacyr, seus falsos argumentos baseados numa suposta "lei da física" não colam. É possível sim sair a tempo quando um veículo vem em sua direção, eu mesma já passei por isso quando consegui evitar que um ônibus me prensasse contra a mureta de um viaduto. Se eu estivesse de costas, teria morrido. | Denuncie |
Autor: ELOIZA RODRIGUES
André Ramos, não é verdade que "na pista, a bicicleta é um veículo como outro qualquer". Isso não consta no Código de Trânsito, é apenas uma falácia popular. Fosse assim, as bikes teriam que trafegar ocupando a pista de rolagem. Não o podem porque desenvolvem velocidade muito menor que os carros. | Denuncie |
Autor: Luiz Silva
Muito bom ciclovias, mas elas tem que ligar as cidades do DF. Agora o GDF faz ciclovia que liga a L2 à L2 do Sudoeste até o Sudoeste do Paranoá até o Paranoá, assim o uso fica muito limitado. | Denuncie |
Autor: Luiz Silva
Ando muito de bicicleta e tenho notado uma pequena melhora na atenção dos motoristas em relação aos ciclistas, mas ainda tem que melhorar muito. Agora as ciclovias tem que ligar as cidades do DF. | Denuncie |
Autor: Carlos Martins
Também teve um evento com passeio ciclistico no parque da cidade. O hilário é que os ciclistas pararam seus carros ao longo do meio fio da via de contorno no parque. E ainda querem ser respeitados. | Denuncie |
Autor: Moacyr Flávio Lima
Eloiza, dois corpos viajando em sentido contrário tem mais chances de se chocarem(lei da física). É ilusão achar que conseguirá saltar da bike a tempo. | Denuncie |
Autor: André Ramos
Prezada ELOIZA RODRIGUES, O risco de se pedalar na contra-mão é MUITO superior em relação a se utilizar a via pública da maneira correta. Lembre-se de que, na pista, a bicicleta é um veículo como outro qualquer, estando sujeito às mesmas regras de trânsito que os outros. | Denuncie |
Autor: ELOIZA RODRIGUES
Eu gostaria muito que fosse divulgada uma estatística comparando a proporção de atropelamentos de ciclistas que andavam na mão dos veículos e os que andavam na contra-mão. Tenho certeza que a maioria se ferrou porque estava de costas e não viu o carro vindo em sua direção. | Denuncie |
Autor: ELOIZA RODRIGUES
Adriana, eu também nunca entendi esse papo que ciclista tem que andar na mesmo mão dos carros. Eu é que não gostaria de esperar a morte de costas. Prefiro estar de frente para o fluxo vendo os carros o tempo todo. Se algum carro comer acostamento posso me antecipar e pular fora com a bike. | Denuncie |
Autor: Adriana Silva
Um colega não estava na contramão quando um ônibus o pegou por trás e jogou a uns 5 metros á frente. Se não fossem outros motoristas ter prestado socorro, morreria no local, porque o ônibus nem parou para ver o estado do rapaz. | Denuncie |
Autor: marcos
Enquanto isso, o GDF faz ciclovias em lugares que não tem nada a ver. Ciclovia ao lado das calçadas nas superquadras do plano piloto é rasgar dinheiro. Muitas calçadas nem movimento tem. | Denuncie |
Autor: josé araújo
Eu queria tanto uma ciclovia de valparaiso-GO, para brasília. Ai eu poderia trabalhar todo dia na minha Bike Heiland Nett 20, mais nossos governates só pensa em corrupção nosso estado e tão rico que podeira melhorar muito esse trânsito de de doido,,, | Denuncie |