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Calor e baixa umidade aumentam a ida de crianças a hospitais do DF

Agência Brasil

Publicação: 15/09/2012 18:04 Atualização: 15/09/2012 18:09

Durante o período de estiagem, as crianças são as que mais sofrem com a seca. Tosse, gripe, alergias e garganta inflamada são alguns dos relatos dos pais. Na foto, Aline Nascimento, de 1 ano, aguarda atendimento, acompanhada dos pais Eunice e Fernando Bernardes (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Durante o período de estiagem, as crianças são as que mais sofrem com a seca. Tosse, gripe, alergias e garganta inflamada são alguns dos relatos dos pais. Na foto, Aline Nascimento, de 1 ano, aguarda atendimento, acompanhada dos pais Eunice e Fernando Bernardes


Brasília – O calor de mais de 30 graus Celsius dos últimos dias e a consequente queda da umidade relativa do ar levam mais crianças e idosos aos hospitais do Distrito Federal (DF) em busca de tratamento para problemas típicos da época, como alergias, dificuldades respiratórias e ressecamento de boca, olhos, narinas e pele.

A maior procura por tratamento foi verificada hoje (15/9) no Hospital Materno Infantil de Brasília, onde a menina Alice Nascimento chegou com febre, coriza e garganta inflamada. Levada pelos pais, Fernando Bernardes e Eunice, ela aguardava resultado dos exames, às 15h35, para que o médico pudesse diagnosticar o real problema.

Situação idêntica viviam Maria da Guia e Francisco Magalhães, que vieram de Luziânia (GO), no Entorno do DF, em busca de remédio para a filha Maria Luiza, de 2 anos. A menina estava com o corpo inteiro cheio de brotoejas, que começaram a aparecer ontem (14/9) e se espalharam hoje. Eles não sabiam até então se o problema foi causado pelo calor, por infecção ou alergia.

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Foi o caso, também, de Madalena Evangelista, que aguardava ser chamada para o atendimento da neta Isabel Cristine, de 1 ano, que há três dias apareceu com tosse que só piora, dia após dia, provoca ânsia de vômito, e faz com que a menina não queira se alimentar, segundo a avó.

Os casos são os mais diversos, registrados com maior frequência nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, decorrentes, muitas vezes, dos danos ao meio ambiente, a começar pelo aumento das queimadas.

Para minimizar o problema, as secretarias de Saúde dos estados mais afetados divulgam, todos os anos, uma cartilha com uma lista de cuidados. As providências vão desde o consumo de muita água, sucos naturais e água de coco, até a necessidade de manter o ambiente doméstico limpo, sem o acúmulo de poeira, que desencadeia problemas alérgicos.

É importante também dormir em ambientes bem arejados e umedecidos, com toalhas molhadas ou umidificador de ar. Recomenda-se, ainda, evitar banhos quentes, que ressecam a pele, e o uso de ar-condicionado, porque ele retira umidade do ambiente. Deve-se fazer uso constante de hidratantes, de manteiga de cacau para aliviar o ressecamento dos lábios, e lavar os olhos e narinas com soro fisiológico.

A Defesa Civil aconselha também evitar atividades físicas ao ar livre e exposição ao sol das 10h às 17h, além de não praticar exercícios físicos entre as 11h e as 15h. Deve-se, ainda, fugir de ambientes muito movimentados, que concentram maior quantidade de poluentes.
Tags: celular

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