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Dia das Crianças no DF é marcado por piscina, gincana e diversão

Os pais aproveitaram o dia ensolarado e quente para curtir com as crianças, que rodopiaram no Parque Ana Lídia, nadaram na Água Mineral e formaram filas para ver os animais no zoo

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postado em 13/10/2016 06:10 / atualizado em 13/10/2016 01:06

 

 

Bichinhos, piscina, foguetes e diversão: esse é um bom resumo de como foi o Dia das Crianças em Brasília. O feriado ensolarado deixou os pais à vontade para sair de casa e brincar com os pequenos. E isso ficou bem claro para aqueles que aproveitaram o Parque Nacional de Brasília. As duas piscinas foram abertas e a algazarra só não era maior que a inveja de quem não tinha como aproveitar aquela água gelada no calor. Giovanna dos Santos, 8 anos, garantiu que passaria o dia inteiro dentro d’água. “E ainda vai ter mais coisa quando chegar em casa”, disse sorrindo, ao mesmo tempo em que lançava um olhar de cobrança para o pai, o empresário Elizandro Santos, 36.


Quem decidiu ir ao local sofreu com filas no início da manhã. O parque demorou a abrir por falta de salva-vidas. Somente depois que um destacamento do Corpo de Bombeiros chegou é que os visitantes puderam entrar. Isso não atrapalhou a família da cabeleireira Meire de Sousa Lisboa, 33, que veio de Águas Lindas (GO) com os três filhos. Enquanto os mais velhos não queriam saber de outra coisa além de nadar, ela ninava o menor, de 7 meses. “Chegamos aqui às 6h30 e o plano é ficar até o fim do dia”, contou. Não seria uma tarefa difícil. Ela chegou não só acompanhada da mãe, a dona de casa Maria de Fátima Sousa, 63 — “Vim cuidar das crianças” —, como de uma rede, uma cama inflável e o almoço de casa. Mesma intenção do mecânico Renato Gomes, 34, que saiu com os dois filhos, às 7h30, de Taguatinga. “A entrada foi tranquila e acho que aqui é o melhor lugar para eles brincarem hoje.”

A competição ficou por conta de outro ponto de diversão tradicional de Brasília, o Parque da Cidade Sarah Kubitschek. O foguetinho do Ana Lídia, inclusive, parecia reviver as décadas áureas da capital, tamanha era a vontade da criançada em brincar nele. Lá, inclusive, estavam os dois brinquedos voltados para crianças com necessidades especiais inaugurados no último sábado, o Balanço Cadeirante e o Balanço Frontal. Eles foram os primeiros acessíveis do local e fizeram parte, justamente, das comemorações pelo Dia das Crianças.

Nostalgia

A professora Valdinéia Soares, 36, ficou feliz de ver seu lugar preferido de infância lotado. A sensação nostálgica ficava ainda maior porque ela acompanha os dois sobrinhos, que agora poderiam aproveitar a mesma diversão que ela teve quando pequena. “Não imaginava que pudesse ter tanta gente. Isso me deixa alegre, porque mostra que o parque ainda carrega esse apelo.” O sobrinho Felipe da Cunha, 7, curtia um dindim enquanto atestava: “Quero também brincar no kart”.
Até mesmo quem tem filhos mais velhos não quis deixar de aproveitar o feriado. Maria Eudete Gaspar, doméstica de 43 anos, convidou as filhas para visitar o parque, mas elas não quiseram. “Vim mesmo assim. Não ia ficar em casa no feriado”, disse, ao lado de outros familiares.

Outro ponto que ficou recheado de crianças foi o Zoológico de Brasília. Mesmo com grandes filas para entrar, o fluxo se manteve estável e mais de 15 mil pessoas estiveram vistando os bichos durante a quarta-feira. A dona de casa Juciane Batista, 32, desistiu de esperar no carro e seguiu a pé até a entrada. Acompanhada dos três filhos e uma sobrinha, ela disse que acordou cedo para chegar lá. “Foi melhor vir andando logo.” O filho mais velho, Carlos Eduardo, 11, lembrou que era sua terceira vez no zoo e já tinha atração preferida: “Quero ver o local das cobras.”

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