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Governo recebe sindicalistas enquanto servidores protestam no Buriti

No encontro com os sindicalistas, o executivo apresenta os motivos para o adiamento do reajuste. A justificativa é que o reajuste custaria cerca de R$ 120 milhões ao mês

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postado em 14/10/2016 17:09 / atualizado em 14/10/2016 17:24

Thiago Soares

Andre Violatti/Esp. CB/D.A Press
 

Após anúncio do adiamento do reajuste dos servidores públicos, o Governo do Distrito Federal (GDF) convocou uma reunião com os movimentos sindicalistas na tarde desta sexta-feira (14/10). O encontro ocorre no Palácio do Buriti com os representantes das 32 categorias afetadas. Do lado de fora, na Praça do Buriti, em um movimento convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), cerca de 30 pessoas protestam contra a decisão do GDF.

 

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No encontro com os sindicalistas, o executivo apresenta os motivos para o adiamento do reajuste. A justificativa para o segundo cancelamento é de que o reajuste custaria aos cofres públicos cerca de R$ 120 milhões ao mês. O governo detalhou que, atualmente, a dívida nos cofres públicos é de R$ 1,4 bilhão. O GDF precisa arrecadar R$ 900 milhões para atingir o fluxo financeiro necessário até o fim de 2016.

"Quebrar Brasília"

O anúncio do adiamento do repasse do reajuste dos servidores foi feito em coletiva de imprensa na manhã desta sexta. O governador Rodrigo Rollemberg afirmou que o pagamento dos benefícios poderia “quebrar” Brasília. O chefe do Executivo local garantiu que, caso repassasse o aumento agora, os vencimentos do funcionalismo público iriam atrasar já em novembro.

Rollemberg não compareceu a reunião com o sindicalistas.  O assessor jurídico do governo, René Rocha, a procuradora-geral, Paola Aires; o secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio; a secretária de Planejamento, Orçamento e Finanças, Leany Lemos; e o secretário de Fazenda, João Fleury, conduzem o encontro.

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