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Correio Braziliense

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Comitê de crises é criado para atender vítimas do vendaval em Samambaia

Objetivo é centralizar as demandas e fazer com que todas as necessidades das famílias desalojadas sejam sanadas, de acordo com um relatório oficial Governo do Distrito Federal

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postado em 20/10/2016 21:58 / atualizado em 20/10/2016 22:40

 

 

Para atender as necessidades das vítimas do vendaval, que atingiu mais de 1.000 famílias em Samambaia, foi montado um Comitê Gestor de Crise, com comando na Creche Ipê Roxo, na mesma região administrativa. O objetivo é centralizar as demandas e fazer com que todas as necessidades das famílias desalojadas sejam sanadas, de acordo com um relatório oficial Governo do Distrito Federal.

 

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Ao todo, 558 servidores públicos trabalham para minimizar os efeitos do temporal. Algumas residências continuam às escuras, porém, a maioria – cerca de 15,3 mil –, já foram religadas. Os funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) trabalharam durante todo esta quinta-feira (20/10) e tiraram 25 caminhões de lixo e entulho.

 

De acordo com o relatório, a Secretaria de Saúde e os funcionários do Serviço de Atendimento Móvel Urbano (Samu) montaram uma unidade de atendimento emergencial dentro da creche, para o caso de haver novas emergências na cidade. Também há equipes prestando apoio psicológico às vítimas.

 

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) montou, do lado de fora da escola, um Comando em Móvel, além de reforçar o policiamento nas áreas em que as residências e prédios públicos estão vulneráveis.

Na manhã desta sexta-feira (21/10), o governador Rodrigo Rollemberg fará uma reunião com os órgãos envolvidas na ação para definir o que ainda deve ser feito na região. Bombeiros, Defesa Civil, CEB, Polícia Militar e Samu seguem em alerta, porque há previsão de chuva para a próxima madrugada.  

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REGINA
REGINA - 21 de Outubro às 12:08
Está difícil a situação dos moradores de samambaia atingidos pelo vendaval, num caso desse a burocracia não devia existir, montar um comitê para analisar caso a caso para depois ajudar, enquanto isso a chuva continua e os moradores que estão sem o teto de suas casas, continuam numa situação lamentável. o GDF já tem noção do prejuízo, deveria era já ter comprado as telhas e enviado um caminhão nas ruas e avenidas atingidas, junto com um funcionário para ir até as casas atingidas fazer a análise presencial e já ir entregando as telhas, não ficar, ainda analisando para depois se for aprovado entregar as telhas aos moradores atingidos. Acho que o caso não necessita de filhas e mais filas para uma análise, basta passar pelas ruas atingidas e constatar a necessidade. Para mim o procedimento adotado pelo GDF não condiz com a situação que é de emergência; o ocorrido na samambaia é caso de calamidade pública.

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