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Correio Braziliense

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Morre Vivi, a garotinha que lutou bravamente contra a leucemia

Vivian Cunha, 3 anos, fez o transplante no fim do ano passado, mas teve complicações na manhã deste sábado (22/10). Ela estava internada no Hospital da Criança, em Toronto.

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postado em 22/10/2016 11:11 / atualizado em 22/10/2016 11:33

Camila Costa

Reprodução/Facebook

Vivian Cunha, 3 anos, além do sorriso constante tinha muita coragem. Lutou contra uma leucemia até o momento em que teve forças. Mas, na manhã deste sábado (22/10), a pequena garotinha, que envolveu todos em uma grande campanha de doação de medula, teve complicações por conta da doença, não resistiu e morreu. A notícia foi dada pela mãe de Vivian, Fabiana Cunha.  Lá de Toronto, no Canadá, onde a criança estava internada, Fabiana agradeceu todo o apoio dado à família e, com uma foto, mostrou como sempre lembrará da filha.

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“Quero, primeiramente, agradecer a todos que torceram pela minha pequena. Infelizmente ela não resistiu e hoje ela foi para os braços do Pai. Tanta coisa para se dizer, mas acho que consegui falar tudo para ela antes de seu último suspiro ... então vamos deixar esse momento entre nos duas! Filha, te amo para sempre! Essa fotinha representa exatamente como quero que todos lembrem dela!”

Entenda o caso


A menina foi diagnosticada com leucemia aos 10 meses. Ela fez quimioterapia e radioterapia no Hospital da Criança e precisava de um transplante de medula para continuar se desenvolvendo. Como as chances de encontrar um doador compatível são pequenas — de uma em 100 mil —, parentes e amigos da família deram início a uma campanha para salvar a vida da bebê. A procura por um doador virou campanha do Correio e se espalhou com a hashtag #ajudevivi.

Graças à cidadania canadense do pai, Antonis Iliopoulos, a família foi para o país norte-americano procurar um doador compatível. O transplante foi realizado em 28 de outubro de 2015. Em 7 de novembro, a família relatou, nas redes sociais, que a criança estava bem, sentia menos dores e conseguia brincar, apesar de ainda sofrer com uma inflamação no intestino. Em janeiro deste ano, veio a melhor notícia possível até então: a de que o transplante tinha dado certo e de que a maratona de interações e angústia tinha valido a pena.

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