SIGA O
Correio Braziliense

publicidade

Brasiliense com tumor no útero descobre gravidez aos sete meses de gestação

Em um exame de rotina, para observar o tamanho dos miomas que carregava no útero, Sueli Gonçalves de Almeida Freitas, 42 anos, descobriu que, ao lado dos tumores, havia um bebê

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 26/10/2016 06:00 / atualizado em 26/10/2016 13:46

Jhonatan Vieira/Esp. CB/D.A Press

Segurar a pequena Lilian nos braços ainda parece algo inacreditável para Sueli Gonçalves de Almeida Freitas, 42 anos. Com cirurgia agendada para retirar o útero por conta  de miomas que insistiam em crescer, a estudante de pedagogia, casada há 18 anos, havia perdido as esperanças de realizar o sonho da maternidade. “A cirurgia estava prevista para os próximos meses, então ser mãe havia se tornado um desejo sem chances de se realizar”, conta. A história, porém, mudou em agosto e da forma mais inacreditável possível: Sueli descobriu que estava grávida por acaso, no sétimo mês de gestação — exatamente um mês antes de ver pela primeira vez o rostinho de Lilian.

Logo após se casar, em 1998, Sueli descobriu que havia presença de miomas no útero. Com a retirada dos tumores em 2001, a mulher acreditava que seria o fim dos problemas para engravidar, mas as dificuldades continuaram, mesmo após parar de tomar anticoncepcionais. Dez anos após a cirurgia, os médicos descobriram novos tumores. Dessa vez, Sueli “fugiu” da cirurgia, temendo perder o útero. Foi então que, há dois meses, em um exame de rotina, foi surpreendida pelo médico: “Tem alguns miomas, mas também tem um bebê, que já está na 35ª semana. Você sabia que estava grávida?”, questionou o médico. Os miomas tinham mascarado a gestação.

Ao receber a notícia, Sueli quase saltou da cadeira. Devido aos efeitos da doença, os sete meses de gestação passaram despercebidos pela mulher. A estudante lembra que, naquele momento, muitas coisas passaram em sua mente. “Eu demorei para acreditar no que o médico tinha me contado.” O maior receio que sentiu, de imediato, foi em relação à saúde do bebê. “Havia tomado diversos remédios durante a gravidez e temia que alguns deles pudessem ter prejudicado o meu filho”, conta. A surpresa e os medos eram tantos, que a mãe relembra que, na oportunidade, nem lembrou em perguntar ao médico o sexo da criança.

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui

publicidade

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
a responsabilidade é do autor da mensagem.

publicidade