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Protesto no Buriti contra adiamento de reajuste reúne 32 categorias

O governo do DF informou que não há datas para negociar com nenhum segmento

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postado em 26/10/2016 06:00 / atualizado em 25/10/2016 23:07

Otávio Augusto

Minervino Junior/CB/D.A Press

Entidades representativas do funcionalismo público brasiliense formaram um movimento unificado de 32 categorias, que se reunirão pela manhã na Praça do Buriti e podem decidir pela greve. Para tentar evitar a paralisação de áreas como educação, saúde, segurança pública e administração direta, o governo de Brasília apresentou ontem planilhas de gastos aos representantes dos servidores a fim de convencê-los de que não há possibilidade de negociação. As relações pioraram desde que o Executivo local adiou, pelo segundo ano consecutivo, o pagamento da última parcela do reajuste salarial, aprovado na gestão de Agnelo Queiroz (PT) (leia Memória). Há duas semanas, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) disse que prefere pagar os salários em dia do que “quebrar Brasília”.


A mobilização de hoje se desenha desde a semana passada, quando começaram as paralisações. Hospitais públicos suspenderam diversos serviços. As visitas ao Complexo Penitenciário da Papuda e à Penitenciária Feminina estão canceladas desde ontem por causa da greve dos agentes penitenciários. A transferência de 96 presos ontem do Departamento de Polícia Especializada (DPE) para o Centro de Detenção Provisória (CDP) também não ocorreu. Parados desde segunda-feira, policiais civis impediram que um veículo da Polícia Militar passasse por perícia após um dano na lataria.


O secretário adjunto de Fazenda, Wilson José de Paula, chegou a destacar ontem, em uma reunião na Câmara Legislativa, que o governo voltaria a negociar com a Polícia Civil em fevereiro de 2017, mas, à noite, o GDF informou que, na prática, não há data para negociar com nenhuma categoria. Os policiais civis pedem equiparação com o reajuste da Polícia Federal, determinado pela União. Hoje, eles realizam nova assembleia. O presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do DF (Sindepo), Rafael Sampaio, ressaltou as dificuldades nas negociações.  E o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol), Rodrigo Franco, reivindicou uma definição ainda em 2016. “Não há vontade política do governador em resolver a questão”, reclama.

 

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