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Gás de cozinha deve aumentar novamente com fim dos subsídios da Petrobrás

A expectativa é a de que o impacto no bolso do consumidor fique entre R$ 0,20 e R$ 0,70 em todo o Brasil

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postado em 02/11/2016 07:00

Flávia Maia

Marcelo Ferreira/CB/D.A Pres - 30/08/16


O valor do gás de cozinha deve aumentar novamente. Esse seria o segundo acréscimo em menos de dois meses — desde o início de setembro, as distribuidoras subiram o preço, em média, 9%, e os revendedores locais repassaram a diferença ao consumidor. A expectativa da Petrobras é a de que o impacto no bolso do consumidor fique entre R$ 0,20 e R$ 0,70 em todo o Brasil. Entretanto, entidades representativas do setor entendem que é prematuro calcular o preço final.

O novo reajuste é a consequência financeira do fim de subsídios oferecidos pela Petrobras às distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), usado como gás de cozinha. A estatal alterou contratos de fornecimento que permitiam isenção no uso de infraestrutura logística para transporte do gás, como, por exemplo, uso de dutos, tanques e estações de carregamento. “O preço cobrado de quem usa a infraestrutura da companhia era o mesmo aplicado a clientes que não usam. A partir de agora, passa a ser diferenciado, sendo inferior para quem dispõe de infraestrutura própria ou carrega o GLP direto”, explicou, por nota, a Petrobras.

Na tabela da Agência Nacional do Petróleo (ANP), a média do valor do botijão na Região Centro-Oeste é de R$ 61,41, a mais alta do país. No Sudeste, é a menor, de R$ 53,80. No Distrito Federal, pode-se encontrar unidades a R$ 45 e a R$ 69,90, uma diferença de até 55%. A diretora da Associação Brasiliense das Empresas de Gás (Abrasgás), Cyntia Moura Santo, afirma que não é possível mensurar o valor real na capital, mas acredita no efeito cascata. “Com certeza, os revendedores receberão esse reajuste e, certamente, isso será repassado ao consumidor final”, avalia.

 

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