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Correio Braziliense

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PM tenta negociar desocupação do Gisno, mas alunos continuam na escola

Decisão judicial de terça-feira (1º/11) determina a saída dos alunos, mas não há oficial de Justiça para executá-la. Estudantes se reuniram e decidiram continuar o movimento

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postado em 02/11/2016 18:10 / atualizado em 02/11/2016 19:45

Antonio Temóteo

Luis Nova/Esp. CB/D.A Press


A Polícia Militar tentou negociar, sem sucesso, na tarde desta quarta-feira (2/11), a saída dos estudantes que ocupam o Centro Educacional Gisno, na 907 Norte.

Os alunos receberam o major Gilson Batista, que mostrou a eles uma decisão judicial de terça-feira (1) que determina a saída do grupo. No entanto, como não havia um oficial de Justiça disponível para executar a ordem, a PM não podia obrigar os secundaristas a se retirarem.

Os alunos que estão no colégio ouviram os argumentos do major e optaram por realizar uma assembleia para decidir se sairiam ou não. Escolheram por permanecer no local.

A decisão foi tomada pelo juiz Newton Mendes de Aragão Filho, que também ordenou a desocupação do Centro de Ensino Médio 304 de Samambaia; do Centro Educacional 1 de Planaltina; do Centro de Ensino Médio Setor Oeste, na Asa Sul; do Centro de Ensino Médio 111 do Recanto das Emas; e do Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte.

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Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
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João
João - 02 de Novembro às 21:56
Não vejo nenhum fascismo a Justiça determinar o corte da água e da luz das escolas ocupadas. Fascismo é o contribuinte ser obrigado a pagar a água e a luz, consumidas por alunos empenhados na ocupação, pois eles gastam água e luz e ainda impedem que outros alunos façam da escola a finalidade a que ela (escola) se destina, qual seja: ESTUDAR.
 
JOSE
JOSE - 02 de Novembro às 18:56
PORQUÊ vcs não invadem os HOSPITAIS, PRESÍDIOS, EMPRESAS DE ÔNIBUS para revindicar MELHORIAS.

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