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Suspeito de triplo homicídio no Paranoá continua foragido

Entre as vítimas está uma adolescente de 16 anos, grávida de oito meses. Investigadores trabalham na localização do autor dos disparos

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postado em 05/11/2016 15:00 / atualizado em 05/11/2016 15:58

Thiago Soares

Thiago Soares/ CB/ D.A Press
A Polícia Civil do Distrito Federal trabalha na localização do homem apontado como autor dos disparos que resultaram na morte de três pessoas no Paranoá, na noite de sexta-feira (5/11). A Polícia informou que o principal suspeito foi reconhecido e está foragido. Entretanto, a identidade não foi informada, apenas a alcunha de Zé Galinha. O motivo do crime ainda não está certo para os investigadores, por isso, eles trabalham com duas hipóteses: uma indica crime passional causado por ciúmes e a outra, relaciona o triplo homicídio ao tráfico de drogas comum na região.

 

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Cinco pessoas estavam no bar no momento do crime, o estabelecimento funciona em uma casa do conjunto C, da quadra 19. Segundo testemunhas, o suspeito chegou ao local em uma motocicleta e deu vários tiros em direção às vítimas. Clenio Carlos de Almeida, 36, Wesley Vitorino, 24, e uma adolescente de 16 anos, grávida de oito meses, não resistiram aos ferimentos e morreram no local. 

 

O criminoso chegou ao local por volta das 22h50. Ele ameaçava matar Wesley Vitorino, que fugiu para o banheiro do estabelecimento. O proprietário, Clenio, conhecido como Goiano, teria tentado impedir a ação do suspeito, porém foi atingido também com tiros. A jovem grávida estava próxima e acabou sendo atingida. Ela é enteada de Clenio e mora no local. Wesley foi executado na sequência, dentro do banheiro. O autor portava duas pistolas e fugiu a pé do local, a motocicleta ficou estacionada próxima ao local do crime.

Testemunhas relataram que o suspeito acusou Wesley de assediar a sua namorada em outra ocasião. "Ele chegou dizendo que esse rapaz estava dando em cima da mulher". A Polícia não descarta também a hipótese de acerto de contas, uma vez que o local é conhecido como ponto de drogas. O dono do estabelecimento tem passagem por tráfico de drogas. Moradores informaram ao Correio que é comum ver pessoas consumindo entorpecentes próximo ao local.

O caso é investigado pela 6ª Delegacia de Polícia Civil (Paranoá).

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