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Correio Braziliense

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Programa de projetos sociais abre vagas gratuitas em 2017 em 5 locais do DF

Entidades que gerarem impactos locais efetivos serão reconhecidas e certificadas

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postado em 10/11/2016 06:05

Camila Costa


De que forma cada um pode fazer a sua parte e contribuir para mudar e a melhorar a qualidade de vida nos locais onde vive? Foi com essa ideia que foi lançado, em Ceilândia, o programa Selo Social no Distrito Federal. Cerca de 80 representantes de instituições públicas, privadas e do terceiro setor participaram do evento, que abre as portas para um processo de mobilização que pretende envolver 500 organizações, executar 6 mil projetos sociais e gerar 18mil impactos sociais no DF até 2021.

Anfitriões, conselheiros e patrocinadores deram início a um trabalho que terá articulações em cinco regiões: Águas Claras, Ceilândia, Gama, Samambaia e Taguatinga. Em março, 50 organizações desses locais poderão se inscrever gratuitamente para capacitação. Os participantes serão assessorados até setembro de 2017 para qualificar os projetos sociais já trabalhados por eles ou que queiram desenvolver e não saibam como. Em seguida, o conselho local analisará o quanto essa organização se desenvolveu e impactou a vida da cidade. Aquelas que ajudarem o território a ser melhor serão homenageadas com a certificação do Selo Social, por terem se capacitado e mostrarem que geraram impacto na cidade.

Idealizado pelo Instituto Abaçaí Brasil e trazido ao DF pela Rede Salesiana Brasil, o Selo Social certifica empresas, entidades sociais e órgãos públicos que atuem em rede para melhoria dos indicadores de desenvolvimento social. O programa está presente em São Paulo e Santa Catarina. “Não é possível desenvolver uma sociedade sem pensar na economia, na política, na inclusão, na educação, na saúde, que são áreas fundamentais. Aqui no DF, há uma diversidade muito grande na população, vinda de vários cantos do país. De que forma a gente respeita essas tradições, interage e as integra? De que forma se reconhece no território como uma outra cultura? Isso tudo será discutido dentro do programa e o convite é que as organizações tragam o que podem contribuir, já é suficiente para mudar nosso país, nossa cidade, nosso território”, explicou Aureo Giunco Júnior, diretor-presidente do Selo Social.

 

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