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Correio Braziliense

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Brasília recebe 9ª Olimpíada do Conhecimento até domingo, no Nilson Nelson

A competição é pré-requisito para disputa mundial de educação profissional. Os vencedores serão anunciados na próxima segunda-feira

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postado em 10/11/2016 06:10

 

 

A abertura da 9ª Olimpíada do Conhecimento reuniu 1,2 mil competidores no Ginásio Nilson Nelson ontem. O local estava quase lotado com o público de estudantes que veio à capital para prestigiar a competição de educação profissional. Participaram os estudantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e de institutos federais de todo o país. Artistas do Distrito Federal fizeram parte do show que abriu o evento. Essa é a segunda vez que a capital recebe a olimpíada (leia Para saber mais).

A estudante Natália Monteiro, 17 anos, marcou presença no evento. Ela terminou o curso de segurança do trabalho há seis meses. “Superou todas as expectativas. Essa olimpíada é importante, pois incentiva as pessoas a conhecerem os cursos técnicos. Quem participa abre grandes portas para o mercado de trabalho. Muita gente que participou da competição avançou muito na vida profissional”, conta Natália.

 

Minervino Junior/CB/D.A Press
 

 

O embaixador da olimpíada, o jornalista e apresentador Marcelo Tas, comandou a cerimônia de abertura e exaltou os participantes, chamando-os de atletas do conhecimento. Ele destacou que o país ocupa a 75ª posição no índice de competitividade global e que a competição tem um papel fundamental para melhorar essa posição. O discurso de Tas foi seguido da entrada, por ordem alfabética, das 26 delegações da olimpíada, representando cada um dos estados brasileiros. A equipe do Distrito Federal, anfitriã, fechou a lista de territórios participantes. Ao todo, quatro grupos representam a capital federal. Para acompanhar a entrada de cada um, foram tocadas músicas que caracterizavam o estilo do grupo. Até o Hino Nacional ganhou arranjo diferente.

Logo depois, o jornalista Iberê Thenório, do canal do YouTube Manual do Mundo, entrou logo depois, apresentando alguns dos projetos idealizados por estudantes do Senai. O primeiro exemplo foi o de dois alunos de Goiás. Eles elaboraram um travesseiro feito com sacolas de plástico descartáveis. “Encontramos uma solução ecológica para um material que é jogado no lixo”, afirmaram. O “plasticeiro” — nome dado ao projeto — pode durar até 100 anos.

 

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