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Prédios do DF mantêm hidrômetros originais da década de 1960

Crise hídrica reacendeu antiga polêmica da individualização de hidrômetros em construções antigas

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postado em 11/11/2016 06:00 / atualizado em 10/11/2016 23:48

No pilotis, nas portarias e nos elevadores, o risco de ficar sem água é o comentário entre vizinhos. A crise hídrica reacendeu uma polêmica antiga: a da individualização de hidrômetros em prédios antigos. O texto da Lei nº 3557, de 2005, passou por várias alterações ao longo do tempo. A regra tornou-se opcional em algumas situações. Ainda hoje, vários prédios mantêm as estruturas originais das construções da década de 1960.

Na Quadra 205 Sul, por exemplo, somente o Bloco J fez a alteração. O Correio mostrou as obras em 2009. Desde então, a conta baixou de R$ 4 mil para R$ 1,3 mil. Na época, alguns moradores reclamaram, mas, hoje, o alívio no bolso é motivo de comemoração. O zelador Francisco Lopes de Souza, 71 anos, diz que os condôminos ficaram mais conscientes após a modificação. “A economia começou quando as contas passaram a chegar em cada apartamento. As pessoas não percebiam o quanto gastavam”, explica.
  
 
A individualização dos hidrômetros, segundo Francisco, tornou-se uma medida educativa para o período de seca. “Conseguimos reduzir a conta em mais de 50%. Isso é uma vantagem econômica, que também serviu para a escassez de água. As pessoas contabilizam os gastos. Já escutei avós reclamando do tempo de banho dos netos. Isso é positivo, mostra a conscientização dos moradores”, completa o homem, que está no cargo há 47 anos. No prédio, são 48 unidades.

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