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Correio Braziliense

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Visitas no CDP estão suspensas por causa de nova paralisação dos servidores

O motivo da suspensão das visitas, segundo a Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social do DF, é que não existe tempo para estabelecer medidas que garantam a segurança dos visitantes e dos detentos

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postado em 11/11/2016 13:43

Minervino Júnior/CB/D.A Press
 
Em razão de uma nova paralisação dos agentes de atividades penitenciárias a partir desta sexta-feira (11/11), a Secretaria de Segurança Pública suspendeu as visitas que estavam programadas no Centro de Detenção Provisória (CDP), que fica no Complexo Penitenciário da Papuda. O motivo, segundo a pasta, é que não existe tempo para estabelecer medidas que garantam a segurança dos visitantes e dos detentos.
 
Com o movimento dos servidores ficam prejudicadas as visitas de parentes de detentos, escoltas judiciais, atendimento de advogados a presos e  recebimento de oficiais de Justiça no Complexo Penitenciário. No entanto, segundo a Secretaria de Segurança Pública, o Sindicato dos Agentes de Atividades Penitenciárias (Sindpen-DF) garantiu que o ato não vai interferir nos serviços internos do sistema prisional, como a segurança das unidades.
 
 
Em 2 de novembro a categoria tinha decidido suspender a greve. O acordo era de que o GDF cumpriria todas as demandas exigidas, entretanto, segundo o Sindpen-DF, somente três exigências foram respeitadas. De acordo com a entidade representativa de classe, ficou em aberto, por exemplo, a entrega para a categoria de um laudo de uma perícia feita nas unidades prisionais para a verificação do grau de insalubridade.
 
Os agentes reivindicam, também, a contratação de 500 servidores e o pagamento da última parcela do reajuste salarial adiada pelo Governo do Distrito Federal por tempo indeterminado.
 
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social informou que “reconhece as demandas dos agentes e demonstra interesse na conclusão do laudo pericial de insalubridade dos servidores pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag).”

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