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Com chuvas, nível do reservatório do Rio Descoberto sai da casa dos 19%

A barragem do Rio Descoberto chegou a 20,07% nesta segunda-feira (21/11) após ficar uma semana na casa dos 19%. Já a barragem de Santa Maria atingiu 40,96%. A média de chuva em novembro é de 231 milímetros, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)

postado em 21/11/2016 11:47
A barragem do Rio Descoberto chegou a 20,07% nesta segunda-feira (21/11) após ficar uma semana na casa dos 19%. Já a barragem de Santa Maria atingiu 40,96%. A média de chuva em novembro é de 231 milímetros, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
As chuvas dos últimos dias têm ajudado a recuperar o índice do principal reservatório que abastece o Distrito Federal. A barragem do Rio Descoberto chegou a 20,07% nesta segunda-feira (21/11) após ficar uma semana na casa dos 19%. Já a barragem de Santa Maria atingiu 40,96%. A média de chuva em novembro é de 231 milímetros, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Até agora o DF já alcançou 76% do esperado para o mês.

Na sexta-feira o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) encaminhou uma sugestão à Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) de penalizar quem não economizar água,, mas premiar àqueles que contribuem.

A sugestão da Promotoria de Defesa do Ambiente e do Patrimônio Cultural (Prodema) é que os consumidores sejam incentivados a diminuírem o uso de água com um bônus desconto. As opções poderiam ser tanto a isenção do pagamento da tarifa de contingência ; que entrou em vigor em 25 de outubro e autoriza a cobrança de taxa extra de 40% para quem utilizar mais de 10 mil litros de água por mês ;, quanto a antecipação do benefício de 20% válido desde 2009 pela Lei distrital 4.341 que já prevê o desconto para quem reduz o consumo (mas ele só vem no mês da redução do ano seguinte).

Em 15 dias a Caesb deverá apresentar respostas sobre as recomendações da promotora Marta Eliana de Oliveira. Mas, na manhã desta segunda-feira (21/11), o órgão informou que não tinha recebido o documento. Além disso, em cinco dias a promotora pediu que o órgão fundamente a decisão de não dar início ao racionamento e compartilhe com a Adasa.

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