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Correio Braziliense

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Ibram e Adasa continuam a monitorar condições das águas do Lago Paranoá

Os trabalhos são de análises no sentido de desvendar as causas da proliferação de cianobactériae. A área compreendida entre as pontes das Garças e Honestino Guimarães permanece sem balneabilidade

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postado em 22/11/2016 07:05

Carlos Vieira/CB/D.A Press
 

Técnicos do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) continuam a monitorar as condições das águas do Lago Paranoá. Os trabalhos são de análises no sentido de desvendar as causas da proliferação de cianobactériae, que fez com que peixes morressem no espelho d’água.

 

A área compreendida entre as pontes das Garças e Honestino Guimarães permanece sem balneabilidade. Estão proibidos o banho e a pesca, uma vez que o contato pode ser prejudicial à saúde humana, causando problemas como dermatite, alergias e problemas no fígado. De acordo com os órgãos, não houve expansão do trecho afetado.

 

A Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) informou que tem um robô para fazer a análise do corpo d’água, mas que ele ainda não foi usado, porque não foi encontrado nenhum vestígio sobre lançamento de esgoto indevido nas galerias próximas ao Lago Paranoá.

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