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Correio Braziliense

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Gim Argello tem pedido de habeas corpus negado pelo STF

Defesa do ex-senador alegava que a prisão havia sido decretada com base em "meras suposições, fundadas em simples conjecturas" e que ele não tinha relação com o esquema investigado na Lava-Jato

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postado em 24/11/2016 21:52

Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
 
 
O ex-senador Gim Argello teve negado um pedido de habeas corpus nesta quinta-feira (24/11). A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, manteve a prisão preventiva decretada em abril deste ano, pela 13ª Vara Federal de Curitiba na Operação Vitória de Pirro, desdobramento da Lava-Jato. 
 
 
No pedido de habeas corpus, a defesa de Gim Argello alegava que a prisão havia sido decretada com base em "meras suposições, fundadas em simples conjecturas" e que Argello não tinha relação com o esquema criminoso investigado na operação Lava-Jato. Na decisão, no entanto, Teori requisita informações da 13ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Curitiba.

Ao formular o pedido de prisão preventiva de Gim Argello, a 13ª Vara de Curitiba afirmou que há "boa prova de autoria e materialidade em relação a crimes de concussão e de lavagem de dinheiro" e afirmou que havia "risco de reiteração delitiva pelos investigados, ainda que em crimes de outra espécie", para justificar a medida restritiva.

Condenado 

Gim Argello foi condenado, em outubro, a 19 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por Sérgio Moro. Segundo a investigação, em 2014, o então senador integrava as duas CPIs da Petrobras e teria cobrado R$ 5 milhões de cada empreiteira do cartel da estatal para barrar a convocação de seus executivos. 

Na decisão, Moro impôs a ele um confisco de R$ 7,35 milhões além de uma indenização no mesmo montante. O dinheiro, por ordem de Moro, será destinado ao caixa do Congresso.
 
Por Agência Estado 

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geraldo
geraldo - 25 de Novembro às 07:26
Continuo afirmando: defensor de bandido é tão bandido quanto o próprio, eles sabem que o acusado é mais que suspeito mas afirmam que é inocente, tentando livrar o mesmo do crime que é procedente. Por isso não deixa de ser bandido.

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