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Moradores de Samambaia e Taguatinga ganham "Oscar" do artesanato brasileiro

Das mãos das artesãs, saem trabalhos que conquistaram o mundo por conta da criatividade e exclusividade

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postado em 25/11/2016 06:00 / atualizado em 25/11/2016 00:00

Jhonatan Vieira/Esp. CB/D.A Press - 22/8/16

 

Elas estão entre as melhores do Brasil. Com a delicadeza das mãos e a determinação de quem conquista sonhos, Maria de Fátima Rodrigues Lima e Roze Mendes fizeram do artesanato um meio de trabalho, de transformação social e de representatividade. Das flores e das linhas, elas tiraram o aprendizado e, agora, trazem para Brasília, cidade que representam, o Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato, mais conhecido como o Oscar da categoria.

“Dá um frio na barriga, mesmo sendo a quarta vez. Fico pensando: poxa, eu de novo?”, conta Roze, fundadora do grupo Flor do Cerrado. O artesanato começou, para ela, quando integrava um grupo de artesãs para capacitação e busca de melhorias nos trabalhos, em Samambaia. O projeto próprio ganhou vida depois disso. E só cresceu. Países como França, Bélgica, Inglaterra e Estados Unidos já conheceram as flores do cerrado feitas manualmente por Roze. E ela não parou por aí: tornou-se consultora e formou grupos de artesãs. “Acho que mereci a premiação. Uma pessoa dedicada ao que gosta, que tem determinação, tem Deus no coração e comprometimento com o trabalho. Em um momento difícil, de crise, a gente tem conseguido conduzir o artesanato”, comenta.

Roze foi eleita recentemente pelo Setorial Artesanato do Ministério da Cultural como representante da Região Centro-Oeste e está construindo uma sede própria no Riacho Fundo I. Além disso, mantém uma parceria com empresas de Goiás em trabalhos sustentáveis pela preservação do cerrado, sua matéria-prima básica. “O desenvolvimento sustentável é a minha área, o que gosto”, resume. 

 

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