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Correio Braziliense

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Publicitária lança desafio e divulga produção artesã brasiliense em viagens

Publicitária se lança num desafio e, durante suas viagens, veste-se, da cabeça aos pés, apenas com produtos feitos por artesãos e pequenos empresários locais

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postado em 30/11/2016 10:08

Luis Nova/Esp. CB/D.A Press
 

No corte único da camiseta, o artista brasiliense se revela. No detalhe do brinco, o carinho da produção artesã é exaltado. As produções do Distrito Federal ganham força com o surgimento de marcas independentes. Projetos criados com o intuito de valorizar a cultura da cidade aparecem cada vez mais em cena. Caso da publicitária Clarissa Jurumenha, 24 anos. Em todas as viagens que faz, ela se desafiou: vestir-se da cabeça aos pés somente com roupas, sapatos e acessórios fabricados em Brasília. “O brasiliense precisa conhecer a cidade onde mora e quem produz aqui. Valorizar a cultura local é como abraçar o cidadão vizinho silenciosamente, numa afirmação companheira”, ressalta. O projeto, que teve início em outubro, embarcou em duas viagens para fora do território candango.

Nascida e criada na capital do país, Clarissa teve a ideia do projeto Brasília na Mala após se questionar quantas vezes tinha valorizado a moda da cidade. “Por que eu vou ao shopping quando quero comprar algo? Por que não uso mais produtos de Brasília?” E assim, em parceria com 12 marcas locais, surgiu a primeira viagem do desafio. A jovem conseguiu cumprir, sem dificuldades, o que havia se proposto e decidiu lançar o conceito na internet, com o intuito de servir de forma catalisadora. "Meu objetivo é falar da moda de Brasília. Quero que alguém que tenha vontade de comprar um brinco legal, mas não sabe onde, entre no meu perfil e valorize o artista brasiliense."

 

Luis Nova/Esp. CB/D.A Press
 

Em dezembro, a publicitária pretende postar uma foto por dia com produções locais. O propósito é incentivar os brasilienses a comprarem os presentes desses produtores, em vez de recorrem a marcas de fora da cidade. Os destinos das viagens, que passarão a ser feitas uma vez por mês, também carregam um valor emblemático. Valorizar o turismo brasileiro. Todas serão feitas dentro do país e de preferência em lugares pouco explorados comercialmente.

 

Luis Nova/Esp. CB/D.A Press
 

Criadores

Em meio a uma conversa casual, os amigos Paulo Augusto Albuquerque, 22 anos, e Caio Monteiro, 24, decidiram abrir um negócio juntos. Depois de observarem o modo como as pessoas se portam e se vestem, estava claro para qual ramo seguiriam: a moda. Queriam impactar os futuros consumidores. Com peças minimalistas e uma paleta de cores que varia apenas em preto, branco e cinza, em abril de 2015, a primeira coleção da Dobe foi lançada, voltada para o público masculino. Desde então, sete delas foram produzidas e a marca apresentou, na última semana, a versão feminina.

“Em pleno século 21, ainda existe trabalho escravo. Nós lutamos contra isso, fabricando nossas peças no Brasil, com mão de obra qualificada e profissional.” Essa frase está estampada no lugar da etiqueta das roupas da Dobe. A preocupação com o processo de produção é um dos diferenciais dos donos. Para Paulo Augusto, eles viram naquele local, uma oportunidade de diálogo com os clientes. “Com essa mensagem, temos como objetivo conscientizar as pessoas de que ainda ocorre trabalho escravo. E mostrar que aquele produto que elas estão levando não faz parte dessa realidade.”

As amigas Ana Luiza Lima, 25 anos, e Nice Moanna, 24, estavam cansadas do atraso fashion que Brasília sofria em relação às outras cidades. Decididas a mudar esse cenário, começaram a fazer as próprias chokers — gargantilhas. A cada festa que iam, chamavam atenção para os acessórios únicos e personalizados. As amigas começaram a pedir e as meninas viram que ali tinha um mercado em potencial. Com isso, a Enrosca Meu Pescoço começou a tomar forma. O primeiro passo foi a abertura de uma conta no Instagram, no qual elas postam as fotos dos produtos. Em julho, abriram a e-commerce da loja. Com um ano de negócio, a meta das jovens é vender outros produtos além de gargantilhas.

A preocupação nos mínimos detalhes é o que garante o diferencial da marca. Todas as peças são feitas de forma artesanal para garantir a melhor qualidade. “Isso é o lado bom das empresas pequenas. Temos muito cuidado e carinho em tudo que fazemos. Com isso, sempre recebemos um feedback positivo”, afirma Ana Luiza. Apesar da dedicação, as meninas também enfrentam dificuldades com a falta de valorização da produção

Roupas

Balboa Gate Clothing
(61) 99848-1520
www.balboagate.com.br

Pamzé
(61) 99993-6767
(61) 98406-1020
www.pamze.com.br

Born Concept
(61) 3042-9502
(61) 98173-7960
http://www.bornstores.com/

Dobe
(61) 99584-8448
dobebrasil.com.br
(Agendamento de visita no showroom)

Lace it
http://www.laceit.com.br/

Dane-se
(61) 99555-1162
www.dane-se.com

Mug
(61) 99463-6556
www.mugbymelyssaguimaraes.com

Verdurão Camisetas
(61) 3225-6662
www.facebook.com/verduraocamisetas

Negro Blue Camisetas
(61) 3226-9067
www.negroblue.com.br

Laletá
http://laleta.com.br/

Hoy, Ahoy!
http://www.hoyahoy.com/

Acessórios

Enrosca meu pescoço
(61) 99214-0137
(61)99614-8773
enroscamp@gmail.com
http://www.enroscamp.com/

Dando Pala
http://www.pala.iluria.com/

Pau-Brasília
http://www.paubrasiliacessorios.com.br/
(61) 9152-6699

Sapatos

Fulanitas de Tal Retrô
http://fulanitasdetal.com.br/loja/

MITI
(61) 3026-0810
http://www.mitishoes.com.br/

Outros

BSB Memo
(61) 3034-4427
bsbmemo.com

Endossa
bsb@endossa.com/
www.endossa.com

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