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Correio Braziliense

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HMIB suspende cesarianas temporariamente por falta de roupas de cama

Hospital Materno Infantil está realizando apenas partos normais. Empresa que abastecia a caldeira não recebeu e parou de fornecer o combustível para o equipamento, necessário para secar a roupa de cama lavada

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postado em 11/01/2017 19:47 / atualizado em 11/01/2017 20:16

Rodrigo Nunes/Esp. CB/D.A Press
 
O Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) suspendeu, por tempo indeterminado, a realização de cesarianas porque as caldeiras pararam de funcionar por falta de combustível. Alguns serviços, como lavanderia e procedimentos no centro obstétrico foram interrompidos. Os partos normais, no entanto, não foram suspensos. 
 
 
De acordo com o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (SindSaúde), a lavanderia do HMIB recebe também roupas de cama de outras unidades de saúde do DF, como o Hospital do Guará. As caldeiras são necessárias para secar as roupas de cama a serem usadas nos procedimentos.
 
A Secretaria de Saúde, em nota, informou que há uma dívida de R$ 1,2 milhões com a empresa Papagio Diesel, responsável pelo abastecimento das caldeiras. “O valor é referente aos meses de outubro e novembro do ano passado e, por este motivo, foi inscrito em restos a pagar não processados, o que inviabiliza o pagamento das notas no momento”, esclareceu a pasta. 

Informou, ainda, que “está em contato com a empresa para negociar o retorno do abastecimento das caldeiras e retomar as atividades do Hospital o mais breve possível”.
 
SindSaúde/Divulgação
 

Mais atendimentos restritos

No Hospital Regional de Brazlândia, o atendimento na clínica médica também está restrito. A unidade está recebendo apenas casos graves, devido a superlotação do box de emergência. “A restrição permanecerá até que os pacientes sejam estabilizados”, de acordo com a Secretaria de Saúde. Dois clínicos estão atendendo à tarde, das 13h às 19h, e no plantão noturno, das 19h às 7h. 

Na tarde da última terça-feira (10/1), o Hospital do Paranoá também suspendeu o atendimento devido a superlotação na internação do pronto-socorro. A capacidade de internação neste setor é de 22 pacientes. No entanto, havia 46 pessoas internadas e os três consultórios do PS tiveram de ser utilizados. Na manhã desta quarta-feira (11/1), a situação foi normalizada e três clínicos estão atendendo aos pacientes. 
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Ferma
Ferma - 12 de Janeiro às 07:31
Infelizmente o morador do DF so recebe deveres e aumento de taxas publicas, direitos e beneficios sao raros.