Foliões usam a criatividade para produzir as fantasias de carnaval

A liberdade de escolher algo para representar no carnaval aumenta a procura por acessórios e fantasias. Há opções variadas de figurino: para todos os gostos e bolsos. Se não puder comprar, alugue ou faça você mesmo

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postado em 22/01/2017 07:20 / atualizado em 03/02/2017 13:22



Glitter, tinta, chapéus, plumas e os mais inimagináveis acessórios começam a entrar em cena no Distrito Federal. O brasiliense já decide com que roupa vai pular o carnaval. Há quem prefira alugar um figurino completo, mas, até por questões financeiras, alguns foliões optam por produzir a própria fantasia. Para oferecer a maior oferta de apetrechos que a criatividade demandar, as lojas especializadas
nesse tipo de roupa, e as que vendem tecidos e aviamentos já preparam seus estoques.

Mudar completamente de aparência, entrar no espírito de um personagem ou até mesmo fingir ser outra pessoa são algumas das sensações experimentadas por quem se fantasia. A loja Arte em Fantasia, localizada na Candangolândia, trabalha no ramo há 19 anos. Tudo começou com a confecção de uma roupa de princesa para um aniversário infantil. O gerente do estabelecimento, Ícaro Salles, conta que, de lá para cá, eles reuniram um acervo com mais de dez mil fantasias. “Nesse seguimento, somos a maior do Centro-Oeste, e aqui não tem tempo ruim. Temos movimento em qualquer época do ano”, garante.

Afinal, não faltam ocasiões para se travestir por um dia. Além da folia de rua, nessa época do ano, o número de festas temáticas em locais fechados, como boates e bares, também aumenta. “Quem não procura esse tipo de caracterização para os bloquinhos de rua acaba usando essas roupas em outros eventos. Carnaval é sempre bom para o comércio”, comemora Ícaro.

Alguns, por exemplo, preferem não comprar a fantasia e, a cada dia da festa, assumir uma identidade. Para esse público, o aluguel das roupas pode ser uma opção mais atrativa, pelo preço e pela variedade. Além disso, para quem não quer o look completo, alguns badulaques no pescoço, na cabeça e nos braços podem transformar uma roupa comum.

Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press


Bons negócios
Há cinco anos, a Arte em Fantasia começou a alugar e a vender acessórios. “Temos que acompanhar o mercado. Se os brasilienses estão procurando por apetrechos, precisamos fornecê-los”, assegura Ícaro, que cobra entre R$ 50 e R$ 300 pelo aluguel de um dos modelos da loja que gerencia.

Especializadas em vendas de acessórios de festas, as lojas da Comercial Norte, em Taguatinga, estão em contagem regressiva para o período festivo. Ivonilde de Oliveira trabalha há oito anos em uma dos estabelecimentos do local e está animada. “O carnaval é nosso Natal, as vendas sempre ficam em alta. O nosso foco não são fantasias completas, mas peças individuais”, comenta.

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Adeilsa
Adeilsa - 22 de Janeiro às 22:08
Como Brasília é brega. É o resto do mundo.