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Correio Braziliense

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Pediatria do Hospital do Gama é fechada após pouco mais de um mês reaberta

Não há data prevista para o retorno dos atendimentos. Casos urgentes devem ser encaminhados a outras unidades, como as de Brazlândia e da Asa Norte

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postado em 12/04/2017 15:02 / atualizado em 12/04/2017 15:02

Dênio Simões/Agência Brasília
 
Pouco mais de um mês depois de reabrir, a pediatria do Hospital do Gama precisou ser fechada novamente nesta quarta-feira (11/4). Dos 22 médicos recém-contratados, nove pediram demissão na primeira semana de trabalho e outros cinco deixaram a unidade de saúde na semana passada. No período de um mês, a emergência do Gama atendeu 4.860 crianças. Não há data prevista para o retorno dos atendimentos.


Segundo a Secretaria de Saúde do DF, a baixa atratividade do salário dos profissionais somada à grande demanda fez com que os médicos pedissem demissão e inviabilizassem o atendimento da pediatria. Os outros hospitais da rede pública vão atender os casos urgentes.

Durante o período de atividades suspensas da pediatria do Hospital do Gama, a Secretaria de Saude informou que os pacientes menos graves deverão procurar atendimento nos centros de saúde e clínicas da família da região onde moram. No caso de urgência e emergência, os  hospitais regionais da Asa Norte, de Brazlândia, de Ceilândia, o Hospital Materno- Infantil de Brasília (Hmib) e os do Guará, do Paranoá, de Planaltina, de Sobradinho e de Taguatinga darão suporte. 

A Secretaria de Saúde informou, por meio de nota, que está buscando por soluções para voltar ao atendimento o mais rápido possível e que, nesta quarta-feira, será realizada uma reunião com 11 pediatras da Região Sul para que eles possam reforçar o atendimento no hospital.

 
Seis meses fechada 

Antes de ser reaberta, a pediatria ficou fechada por seis meses, de setembro a março e recebeu investimento de R$ 139.247,60 para revisões nas partes elétrica e hidráulica e na pintura da ala.
 
O governador Rodrigo Rollemberg participou da reinauguração da ala reformada, em 2 de março deste ano. Dos 22 profissionais contratados, dois eram efetivos (40 horas semanais), do quadro da Secretaria de Saúde, e 20 com contratos temporários (20 horas semanais), convocados em fevereiro.
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