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Prata da Casa: grupo Adora Roda reinventa o samba com composições próprias

Há dez anos na estrada, o septeto mostra que na capital federal há a cultura do samba

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postado em 21/04/2017 16:11 / atualizado em 21/04/2017 16:30

 
O septeto de samba Adora Roda surgiu em 2007 e é composto por Kadu Nascimento na voz e percussão, Breno Alves no pandeiro e vocal, Vinícius Oliveira no banjo e na voz, Pedro Molusco no cavaquinho, Guto Martins na percussão, Rodrigo Dantas no violão sete cordas e Jackson Delano no saxofone e clarineta.
 
 
Tudo começou ainda na adolescência de Breno e Kadu, que, com 13 e 15 anos, respectivamente, começaram a tocar juntos por incentivo dos pais. Vinícius também participava ajudando os amigos. Até a consolidação do grupo Adora Roda, houve duas outras formações: "Cria do Samba" e "Fina Arte".
 
"Ao montarmos o Fina Arte, fizemos as primeiras composições, que ainda hoje tocamos. Quando o grupo acabou, tínhamos a vontade de juntar o samba de rua com o choro. Na época, conheci uma galera do Clube do Choro e os convidei para o projeto, totalizando onze integrantes", relembra Kadu.
 
Luis Nova/Esp. CB/D.A Press
 
 
Segundo o percussionista, a vivência com o estilo musical, presente desde a infância, é algo que influencia na criatividade artística. "O tempo passou e o samba foi um modo de ver a vida e nos inspirar", diz. "A gente canta o que toca as pessoas", conclui. 
 
Sobre a cena autoral de Brasília, Kadu Nascimento afirma que na última década houve um crescimento considerável de artistas na área musical. "Ocorreu um salto quântico de pessoas envolvidas. Antes dessa nova safra, existiam mais projetos e poucos grupos musicais", afirma. "O samba autoral tinha medo da aceitação das pessoas e, por isso, rolava mais interpretação dos clássicos", acrescenta Kadu.
 
*Estagiária sob supervisão de Ana Letícia Leão.
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