Cidades

Metroviários e professores prometem aderir à greve geral de sexta-feira

Sindicato de servidores da Saúde também confirma adesão à paralisação. Agenda completa será divulgada pela CUT e algumas categorias devem definir nesta terça que serviços ficarão prejudicados

postado em 27/06/2017 06:00
Em abril, metroviários também aderiram à paralisação convocada pela CUT
O Sindicato dos Metroviários do DF promete aderir à greve geral marcada para esta sexta-feira (30/6), por 24 horas. O Sindicato dos Rodoviários do Distrito Federal também tem convocado os trabalhadores a participar do movimento por meio das redes sociais, mas a categoria ainda não confirmou a adesão.
Em coordenação com a Central Única dos Trabalhadores e outras centrais sindicais, o Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF) e o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde (SindSaúde) também confirmaram que vão cruzar os braços.
Segundo o diretor do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF), Cláudio Antunes, não haverá aulas por todo Distrito Federal na sexta-feira. O sindicato tem mobilizado os professores a se reunirem pelo período da manhã, na Praça do Relógio, em Taguatinga, onde será realizado um ato em favor do movimento. Além das pautas nacionais, como o protesto contra as reformas trabalhistas e da Previdência, o Sinpro-DF defende mais investimentos para a educação.

A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, confirmou a participação do sindicato na greve. Ela adiantou, ainda, que o mapa da paralisação, que determinará o funcionamento dos hospitais da rede pública, será definido na tarde desta terça-feira (27/6). O presidente do SindMédico (Sindicato dos Médicos do Distrito Federal), Gutemberg Fialho, informou que haverá uma reunião também nesta terça-feira para definir se os médicos participarão da greve.

Organização

Na próxima quarta-feira (28/6), a Central Única dos Trabalhadores se reunirá com os sindicatos. Será discutida a agenda de atos, e só então divulgada a lista final das categorias que vão aderir.
De acordo com o Governo do Distrito Federal, ainda não há previsão de manifestações na Esplanada dos Ministérios, nem sobre a possibilidade de interrupção do trânsito na região.

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