Júri do Paranoá condena mãe acusada de matar filha recém-nascida

O crime aconteceu em 2007, quando a bebê foi morta com uma faca e jogada em uma cisterna

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postado em 14/08/2017 19:30 / atualizado em 14/08/2017 20:11

O Tribunal do Júri do Paranoá condenou Maria Stela Sobreira por assassinar a filha recém-nascida, Lúcia de Jesus Sobreira. Na decisão, proferida na última quinta-feira (10/8), os jurados atribuiram à ré 6 anos de reclusão por homicídio simples, em regime inicial fechado. Quanto ao crime de ocultação de cadáver, decretou-se a prescrição.
 
 
Ao confessar o delito, Maria Stela disse que a tragédia se deu por um acidente — quando ela foi cortar o cordão umbilical com uma faca e atingiu o pescoço da menina sem querer. O crime aconteceu na noite de 20 de janeiro de 2007 e, depois de morta, a criança foi jogada na cisterna da casa.

A defesa pediu a desclassificação para o crime de infanticídio ou a absolvição da acusada por clemência, piedade ou a desnecessidade da pena. Os jurados, no entanto, aderiram aos argumentos da acusação. Não há registro de maus antecedentes na folha penal da ré e ainda cabe recurso da sentença, de 1ª instância. 
 
Com informações do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) 

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