Polícia conclui inquérito da morte de servidora pública na 408 Norte

O delegado à frente do caso afirmou que não há dúvidas de que Maria Vanessa Veiga Esteves foi vítima de latrocínio

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postado em 17/08/2017 17:42 / atualizado em 17/08/2017 18:07

Arquivo Pessoal
A Polícia Civil deu por encerradas as investigações sobre a morte da analista de projetos do Ministério da Cultura (MinC) Maria Vanessa Veiga Esteves. A corporação informou que o inquérito policial foi concluído nesta quinta-feira (17/8). O delegado-chefe da 2ª DP (Asa Norte), Laércio Rosseto, afirmou que não há dúvidas de que se trata de um latrocínio (roubo com morte). "Não houve um caso premeditado. Ela foi uma vítima, o que chamamos de crime de oportunidade", explicou.


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O delegado sustenta que Vanessa foi vítima ocasional. Segundo Rosseto, a dupla estava à procura de uma vítima aleatória. Ele também descartou a participação do ex-servidor do Ministério da Cultura Glauber Barbosa da Costa, 42, dono da quitinete da 208 Norte, onde foram encontrados os dois acusados da morte. Glauber responderá por favorecimento pessoal. "Ele abrigou os dois outros suspeitos nas horas posteriores ao latrocínio."

Fatalidade


Minervino Júnior/ CB/ D.A Press


O crime aconteceu quando Maria Vanessa, estudante de mestrado da Universidade de Brasília (UnB) e servidora temporária do MinC, estacionava em uma vaga pública da quadra onde morava. O suspeito de participar do crime foi preso e um adolescente de 15 anos seria o autor da facada que matou a vítima. Com os acusados, a polícia encontrou os pertences da vítima e várias facas. Entre elas, a usada no crime. A bolsa de Vanessa estava em um contêiner de lixo na frente do prédio comercial onde fica a quitinete.
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cleyvisson
cleyvisson - 23 de Agosto às 13:22
Podemos parabenizar o trabalho policial. Quanta à lei e os juristas, considerem-se partícipes em mais um ato de violência, por manterem leis benéficas aos criminosos. Não premeditou assassinar alguém com o nome Maria Vanessa, mas estava disposto a assassinar qualquer um que aparecesse. PREMEDITAR está ligado antes de tudo à AÇÃO, não a quem sofreu tal ação.