Polícia Civil tem 30 dias para encerrar o inquérito do acidente da L4 Sul

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) pediu o fim das investigações para que o processo na justiça possa ser iniciado

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postado em 23/08/2017 18:00 / atualizado em 23/08/2017 18:10

 Breno Fortes/CB/D.A Press

 
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) deu o prazo máximo de 30 dias para que a 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) encerre o inquérito do acidente que matou mãe e filho na L4 Sul, em abril. A investigação chegou na unidade policial nessa terça-feira (22/8), após análise do promotor. O delegado chefe da DP, Gerson de Salles, garante que o tempo exigido será cumprido.

Em junho, o MPDFT e Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) entenderam que o acidente se trata de um crime doloso contra a vida e, por isso não deveria tramitar na vara de crimes comuns, mas sim, no Tribunal do Júri. Após ser redistribuído, o inquérito retornou ao Ministério Público que pediu o fim das investigações. Esse é ultimo passo para que vire processo na justiça. 
 

Acidente

Na noite de 30 de abril Ricardo Cayres, 46, e a mãe, Cleusa Maria Cayres, 69 morreram, após o carro em que eram passageiros ser atingido por um dos dois carros que dirigiam em alta velocidade na L4 Sul. O laudo da Polícia Civil confirmou que o Jetta conduzido pelo advogado Eraldo José Cavalcante Pereira, 34,  seguia a 110km/h quando atingiu a traseira do Fiesta da família Cayres. O trabalho pericial reforçou as suspeitas de um pega na via. Noé Albuquerque Oliveira, 42, sargento do Corpo de Bombeiros e enfermeiro da Secretaria de Saúde, dirigia uma Range Rover Evoque e também é investigado por envolvimento no suposto racha. Ambos voltavam de uma festa, em uma lancha no Lago Paranoá.

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