PM encontra plantação de maconha entre Samambaia e Ceilândia

O cultivo estava em uma área que divide Samambaia e P Sul, em Ceilândia. Uma equipe da PM conseguiu descobrir o cultivo quando flagrou um homem entrando junto com uma criança dentro do matagal

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postado em 02/09/2017 08:39 / atualizado em 02/09/2017 11:10

Polícia Militar/Divulgação
Policiais militares identificaram uma plantação de nove pés de maconha e mais de 50 mudas em uma área que divide Samambaia do P Sul, em Ceilândia. Uma equipe da PM descobriu o cultivo do entorpecente após um casal denunciar que um homem havia entrado no mato levando uma criança de aproximadamente 8 anos.  
 
O caso aconteceu por volta das 15h de sexta-feira (1/9). De acordo com a Polícia Militar, ao fazer as buscas pela criança, encontrou a droga e um homem de cerca de 40 anos somente de cueca. Ele foi levado para a delegacia enquanto os PMs continuavam as buscas pela criança com o auxílio do helicóptero. 
 
O homem foi levado para a 23ª Delegacia de Polícia (Setor P Sul — Ceilândia). Segundo a PM, os agentes da Polícia Civil não encontraram nenhuma passagem dele pela polícia e o liberaram. No entanto, segundo o major Michello Bueno, logo depois, os investigadores descobriram que o suspeito responde a acusação de estupro de vulnerável. Com essa nova informação, os militares reiniciaram as buscas pelo suspeito e o conduziram novamente para a delegacia.

E a criança? 

A criança até o momento não foi localizada. E não há registro de desaparecimento no sistema da Polícia Civil, nem no da Polícia Militar. Segundo a Divisão de Comunicação da Polícia Civil (Divicom), em depoimento o homem alegou desconhecer o plantio de maconha. Sobre a criança, respondeu que não sabia de criança nenhuma. 
 
Os investigadors entenderam que não havia fatos suficientes para fazer o flagrante e, por isso, o suspeito foi liberado novamente. "As investigações procedem no sentido de determinar, posteriormente, alguma prática delituosa por parte do envolvido".

Primeiro, a Polícia Civil informou, por e-mail, que "não há informação disponível na ocorrência sobre possível anteceddente criminal em relação ao homem". Com a insistência da reportagem, sobre se o suspeito tinha ou não passagem, conforme informou a PM, a Divicom respondeu que "não disponibiliza antecedentes criminais de envolvidos em ocorrências, conforme norma interna da PCDF". 
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