Jornal Correio Braziliense

Racionamento de água gerou 16% de economia em 2017, afirma Adasa

Mesmo com economia de água, Adasa manterá o rodízio no Distrito Federal

Flávia Maia Pedro Grigori - Especial para o Correio
Segundo dados da Adasa, nos últimos três anos, a média de captação nos reservatórios era de 6,60m³/s e caiu para 5,54m³/s - Foto: Breno Fortes/CB/D.A Press - 10/10/2017

O racionamento de 24 horas e outras medidas de economia, como a diminuição da vazão nas torneiras, geraram 16,1% de economia de água, segundo informações da Agência Reguladora de Águas do Distrito Federal (Adasa) divulgadas nesta quinta-feira (7/12). Mas, mesmo com a redução no consumo, o rodízio na distribuição de água continuará na capital do país, segundo o órgão.
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Nos últimos três anos, a média de captação nos reservatórios do DF era de 6,60m³. Esse volume caiu para 5,54m³. O valor se refere aos reservatórios de Santa Maria/Torto e Descoberto.
 
Na análise do diretor-presidente da Adasa, Paulo Salles, a economia de água seguiu a expectativa do órgão, mas não eliminou o problema. "A briga não acabou, os índices continuam baixos", disse.

O consumo mensal das residências caiu de 11,5m³ para 10,4m³ na comparação entre 2016 e 2017. Na indústria, a redução foi de 37m³ por mês para 26,4m³. No setor público, o consumo de 21,1m³ para 18,7m³.