DFTrans amplia prazo para recadastramento de usuários com deficiência

Processo segue aberto até 31 de janeiro de 2018. Além da novidade, pasta informou ter ampliado capacidade digital para entrega dos documentos

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postado em 07/12/2017 16:24 / atualizado em 07/12/2017 18:58

Ed Alves/CB/D.A Press


O prazo para que usuários de transporte público do Distrito Federal com deficiência ou doença crônica —  por lei, tem direito ao uso gratuito — atualizem o cadastro no DFTrans foi prorrogado. Agora, segue até o dia 31 de janeiro de 2018. O recadastramento deve ser feito pela internet, através do portal do Bilhete Único. Anteriormente, a atualização seguiria até 15 de dezembro


De acordo com o Transporte Urbano do DF, a prorrogação aconteceu pela fraca procura do serviço durante o período de abertura, em 16 de novembro. De mais de 60 mil que têm cadastro ativo, somente cerca de 6 mil deram início ao envio de documentação. 

Para aqueles que deram início ao processo de recadastramento, o DFTrans informa, apenas, que vai fazer a análise dos dados e, em caso de pendências, solicitará o documento que falta. 

Ainda de acordo com a pasta, além da prorrogação, o DFTrans afirmou que houve a ampliação da capacidade do portal do Bilhete Único para a entrega dos documentos digitais. Atualmente, todos os arquivos podem ter até três gigabytes de espaço. 

Funcionamento


Para fazer a atualização do cadastro, o usuário precisa anexar documentos como laudo médico, CPF, carteira de identidade, comprovante de residência e foto 3x4. Entretanto, a Secretaria de Mobilidade diz que quem entregou o laudo médico antes da ampliação do prazo, não precisa anexar outro pelo sistema. 

Ainda de acordo com a secretaria, todo o processo de atualização é necessário para adequar os cadastros à biometria facial, ainda em fase de implementação no DF. A medida servirá para evitar fraudes no sistema.

Direito


Segundo legislação distrital, a gratuidade no transporte público para pessoas com deficiência é válida para: 

- Quem tem insuficiência renal e cardíaca crônica;
- Pacientes com câncer;
- Portadores de vírus HIV;
- Pessoas com anemias congênitas (falciforme e talassemia) e coagulatórias congênitas (hemofilia);
- Pessoas com deficiência física, sensorial ou mental. 
 
 
Com informações da Agência Brasília 
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